O Grupo Penha adquiriu a fábrica de embalagens da MWV Rigesa, em Feira de Santana. Um dos cinco maiores produtores nacionais de embalagens de papelão ondulado, o Grupo Penha assume a operação da unidade nesta quinta-feira (01.08), quando a direção nacional, liderada pelo presidente Carlos Edson Shiguematsu, visita a planta feirense.
Com a compra da fábrica da MWV Rigesa, o Grupo Penha aumenta a sua capacidade produtiva na Bahia, que passa de 18 mil toneladas por ano de embalagens de papelão ondulado para 73 mil toneladas por ano.
De acordo com o diretor Maurício Andrade, a ampliação visa atender a crescente demanda do produto nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. “A meta é conquistar uma maior participação neste mercado”, diz.
A unidade industrial, adquirida em Feira de Santana, que gerava 200 empregos diretos, terá um incremento de 30% no número de postos de trabalho.
“Vamos implantar o terceiro turno na fábrica e contratar mais 60 operários”, informa Maurício. Nas outras três fábricas que mantém na Bahia, uma em Salvador e duas em Santo Amaro, o Grupo Penha já emprega 1.280 trabalhadores. Chega agora a 1.540.
Segundo o executivo, o ciclo produtivo do Grupo Penha na Bahia é sustentável e certificado pelo FSC (Forest Stewardship Council).
Na unidade de Salvador, é feita a captação de aparas de papelão que alimenta uma fábrica de papéis recicláveis em Santo Amaro, onde outra indústria faz a transformação em embalagens.