Linha de transmissão é pauta de nova reunião na SDE

14/10/2016


O secretário de Desenvolvimento Econômico - SDE, Jorge Hereda, continua trabalhando, junto com a classe empresarial, pela inclusão da Bahia no Leilão de Energia de Reserva (LER) 2016, que será realizado em dezembro. O evento denominado AGENDA POSITIVA, realizado hoje (14.10) na sede da SDE, deu continuidade à reunião de ontem com o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Eduardo Barata, que garantiu uma articulação entre os governos estadual e federal - através do Ministério de Minas e Energia - para recolocar a Bahia no leilão.


“Vamos apresentar ao Ministério das Minas e Energia um documento com soluções concretas sobre a capacidade do Estado para o escoamento da produção elétrica no sistema de transmissão”, diz o secretário Hereda. O documento será entregue pelo governador Rui Costa ao ministro Fernando Coelho Filho. Além de Hereda, acompanharão o governador o secretário de Infraestrutura, Marcus Cavalcanti, e empresários do setor.


O secretário também defende que seja feita uma articulação com o Rio Grande do Norte, outro importante estado em energia eólica, que também está prejudicado com os atrasos nas linhas de transmissão. “Precisamos juntar forças para pressionar o Governo Federal a resolver os gargalos dos maiores geradores de energia eólica do país”, afirma Hereda.


“A reunião de hoje foi muito produtiva, porque ontem saímos preocupados com os problemas da Chesf e Abengoa. O mais importante é o empenho do estado que, junto com os geradores de energia, aumenta a força de pressão sobre a questão da transmissão. Mesmo porque só a geração não resolve nada, tem que ter a transmissão junto”, afirma Alessandro Oliveira, diretor de operação da CER.


Mário Trindade, da empresa Renova Energia, mostrou confiança após a reunião. “A gente se sente amparado pelo governo do Estado, pelas secretaria de Desenvolvimento e Infraestrutura, no sentido de levar aos interlocutores da esfera federal os nossos pleitos. Os obstáculos precisam ser removidos para que possamos voltar a crescer e a aproveitar esse potencial eólico maravilhoso que a Bahia tem”, diz.

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