13/07/2017
A Bahia começa a contar uma nova história sobre a mineração. Todo o seu potencial mineral e territorial será detalhadamente discutido e sistematizado num planejamento inédito pensado até o ano de 2035. A nova Política Mineral, que começou a ser elaborada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, (SDE), ontem, já ampliou o seu debate hoje, 13/7, com diversas instituições no Conselho Regional de Engenharia e Economia da Bahia (CREA-BA).
Dentre os assuntos discutidos, temas desafiadores como a proteção ambiental e o desenvolvimento. A política mineral decorre da vontade política, do interesse econômico e da sociedade civil que se organizam para criar um ambiente favorável ao investimento e às oportunidades de trabalho e renda.
Além do desenvolvimento científico e tecnológico, a política mineral vai preocupar-se com a eficiência econômica, escala, aspectos sócio-ambientais, desenvolvimento territorial e racionalidade na exploração dos recursos minerais, aliado a todos os órgãos que regulamentam o setor. “O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) espera que as instituições construam um trabalho integrado, em rede, incluindo questões sociais a fim de evitar problemas no setor de regulamentação ambiental e fiscalização”, explica Marco Antônio Freire, especialista em Recursos Minerais do órgão vinculado ao Ministério de Minas e Energia.
Outros temas como a descoberta recente de um campo de ouro com aproximadamente quatro quilômetros de extensão em Iramaia, na Chapa Diamantina e outros projetos em andamento como o cobre, na cidade de Curaçá e a extração de ouro em Santaluz, também foram debatidos.