A fabricante baiana de plataformas de desenvolvimento de software e aplicativos Softwell Solutions dará um importante passo para consolidar sua posição no mercado de Tecnologia da Informação TI.
A expansão tem como base um aporte de US$ 9 milhões vindo da IFC (sigla em inglês para Corporação Financeira Internacional), braço de financiamento do Banco Mundial. O CEO da empresa, Wellington Andrade Freire, enxerga, a partir deste ano, uma evolução das operações como jamais vista até então.
Na visão de Freire, o investimento ocorreu em um momento que a companhia tem foco bem definido e comprovou que existe mercado para suas soluções. “Uma das coisas que acredito que tenha contribuído é exatamente a questão do planejamento e da organização, algo raro nas startups”, estabelece o executivo, que teve apenas dez minutos para expor seu projeto.
Atualmente, a estratégia da Softwell baseia-se na ferramenta batizada de Maker, que desvincula a plataforma de desenvolvimento das linhas de código para facilitar a criação de softwares e aplicativos de forma mais visual e intuitiva.
A empresa, contudo, tem um roadmap de lançamentos desenhado para os próximos dez anos. Quando liberado, parte do dinheiro da IFC será alocado nesta frente e outra parte, na melhora de gestão e em expansão. Há planos de abrir uma base nos Estados Unidos.
Além disso, não faz muito tempo a Softwell submeteu outros três projetos que obtiveram R$ 3 milhões em subvenção do governo.
Hoje, a Softwell tem aproximadamente 0,6% do mercado de ferramentas de desenvolvimento.
Na lista de cerca de 700 clientes citados pelo CEO figuram empresas como Vale, Odebrecht, Casas Bahia, Volvo, Ministério de Ciência e Tecnologia, entre outras