Missão Baiana à Ásia busca novos investimentos para agroindustrialização

11/04/2011


A agroindustrialização do algodão produzido no estado foi um dos assuntos da reunião de negócios do secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles, realizada sexta com executivos de empresas da região chinesa do Cantão, especializadas nas indústrias têxtil e de madeira. A Bahia é o segundo maior produtor de algodão do Brasil, com fios de excelente qualidade, semelhantes aos do Egito.


O encontro, que contou também com a presença do superintendente de Indústria e Mineração da Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração (Sicm), Paulo Roberto Guimarães, foi agendado durante audiência da Missão Baiana à Ásia com todos os executivos da Embaixada Brasileira, em HongKong.


Apex – Também integram a missão – realizada em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) – os empresários Celito Missio e Célio Zuttion, que representam o setor de algodão, Luiz Henrique do Amaral (bares e restaurantes), Diego Badaró (cacau), Edilson Ribeiro (carnes) e Rogério Betti (florestas plantadas).


Soja – Na próxima terça-feira, o governo da província de Chongqing assina protocolo de intenções com o governo baiano, confirmando a decisão do grupo Chong Qing Grain Group Corporation Limited Liability Company de investir R$ 4 bilhões na implantação de um polo industrial em Barreiras, para esmagar soja e refinar o óleo.


Segundo o secretário Eduardo Salles, a ida do grupo à China tem o objetivo de atrair novos investimentos para a agroindustrialização do estado e fortalecer o comércio bilateral, além de abrir o mercado asiático para a exportação do charuto, produzido no Recôncavo baiano, considerado tão bom quanto os cubanos. Para ele, a realização desta missão, a quarta em dois anos, estreita o relacionamento da Bahia com a Ásia.


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