Adriano Villela
“Com absoluta certeza. O Ibama aceitou os condicionantes do Relatório de Impacto Ambiental (EIA-RIMA). Foi um passo à frente, depois de um intenso trabalho”, afirmou o gestor.
Na visita a esta TB, o secretário destacou o impacto do porto, que será entroncado com a Ferrovia Oeste Leste e, por meio desta, com a Hidrovia do São Francisco (entre Juazeiro e Bom Jesus da Lapa). “Juntos, os projetos somam R$ 10 bilhões e vão colocar a Bahia como o segundo estado (brasileiro) mais exportador)”, contou Costa.
A Bahia é atualmente a sétima maior unidade federativa em vendas externas. O porto, além de importar insumos necessários à Bahia, vai exportar seis milhões de toneladas de grãos colhidos no oeste e 70 milhões em minério extraídos em todo o oeste.
O governo estadual prevê uma geração de 2 mil postos de trabalho na obra e 27 mil quando o terminal portuário entrar em operação.
Tendo como base experiências nacionais e estrangeiras, a exemplo de Roterdã (HOL), e Antuérpia (BEL), Carlos Costa prepara um projeto para viabilizar um complexo portuário em Ilhéus, agregando o Porto Sul (parte privada, tendo à frente a Bamin, e pública), Malhado, e uma área contígua a este, voltada a cargas limpas (artigos que não podem ser transportados perto de produtos altamente contaminante).
“Ilhéus é hoje uma cidade com receita de R$ 10 milhões anuais (de ICMS), que será multiplica por cinco, gerando muitos empregos, principalmente no Comércio e em serviços”.