O presidente da Braskem, Carlos Fadigas, considera a implantação do complexo acrílico fruto do empenho conjunto entre a Basf, a Braskem e o governo do Estado.
Segundo ele, para atender a demanda do complexo, a Braskem vai precisar realizar um investimento de R$ 50 milhões.
"O que a gente está vendo hoje é um polo de ácido acrílico e com este investimento a capacidade de atrair uma cadeia grande para o Estado da Bahia", destacou.
Ele acredita que o desenvolvimento industrial da Bahia a longo prazo passa por uma solução portuária na Baía de Aratu. Para isso, confirmou o interesse da empresa em colaborar com o governo do Estado.
"A gente espera por soluções portuárias para a Bahia. Na parte de porto, a Braskem está preparada para ajudar o Estado da Bahia a desenvolver o Porto de Aratu, fundamental para continuar dando competitividade ao Estado", sugeriu.
"Eu aceito a provocação", avisou o governador Jaques Wagner. Ele defendeu a necessidade de tratar a questão com foco em negócios. "Não adianta a indústria ter produtividade se a logística não funcionar", reconheceu.
Wagner garantiu que pretende continuar fazendo tudo para estimular a chegada de novos investimentos produtivos para a Bahia. "Vão chegar outros em breve", acredita.