Emoção marcou festa de 40 anos da CBPM

19/12/2012

A emoção deu o tom da celebração do aniversário de 40 anos da CBPM – Companhia Baiana de Pesquisa Mineral, nesta terça-feira (18.12), na Fundação Luís Eduardo Magalhães, CAB, com as presenças da diretoria, funcionários e várias autoridades estaduais, entre elas o vice-governador da Bahia, Otto Alencar, o ex-governador Paulo Souto, o secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, o presidente da CBPM, Alexandre Brust, o presidente da FIEB, José de Freitas Mascarenhas, e os secretários César Lisboa, das Relações Institucionais e Wilson Brito Filho, da Integração Regional, além do representante do Ministério das Minas e Energia, Teobaldo Rodrigues Junior.


O presidente da FIEB e ex-secretário da Indústria, Comércio e Mineração, José de Freitas Mascarenhas – responsável direto pela criação da Companhia, em 1972, disse que os investimentos em mineração são de longa maturação. “Agora, começamos a colher os frutos”, disse Mascarenhas. O ex-governador Paulo Souto, ex-funcionário da CBPM, com voz embargada, falou da importância da companhia, relembrou de antigos colegas – “já com os cabelos brancos” - e disse que muito mais que comemorar o passado, “o que se vislumbra é um futuro muito promissor para a CBPM”.


Crédito: Mateus Pereira/Secom


James Correia agradeceu pela contribuição de funcionários e dirigentes aos 40 anos da CBPM, que a tornaram uma referência nacional de competência, seriedade e dedicação. Ao final do seu discurso, James relembrou que o petróleo também é mineral e que a Bahia, com uma produção de 175 mil barris, financiou os primeiros passos da Petrobras. O vice-governador Otto Alencar pegou o mote da fala do secretário da Indústria e Comércio e relembrou Noel Rosa: “São Paulo dá café, Minas dá leite e a Vila Isabel dá samba. O Rio não tinha petróleo”, para riso e ovação da plateia.


O presidente da empresa, Alexandre Brust, destacou o trabalho que a equipe de técnicos e servidores da CBPM desenvolveu ao longo destes 40 anos, contribuindo diretamente para o desenvolvimento da Bahia. “A CBPM fez a pesquisa e a consolidação das descobertas minerais, como o níquel de Itagibá, com a Mirabela, o vanádio de Maracás, com a Vanário Maracás, o ouro de Santa Luz, com a Yamana Gold, e a Bentonita de Vitória da Conquista, com Bentonita do Brasil”, destacou.

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