FIEB destaca criação de empregos

22/02/2010

O presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia, Fieb, Victor Ventim, comemorou o saldo de empregos gerados em 2009 na indústria baiana. "Foram 30,9 mil empregos gerados entre janeiro a dezembro de 2009, mas no acumulado do ano, ou seja, fevereiro de 2009 a janeiro de 2010 a indústria baiana gerou 37,8 mil novos empregos. É importante destacar isso, pois o dado consolida a Bahia como vetor de crescimento do Nordeste. O estado de São Paulo, por exemplo, não teve um desempenho tão marcante quanto nosso Estado", informa. Ventim lembrou que 2009 foi o ano da retomada do crescimento pós crise econômica.



"A perda da atividade econômica não representou desempregos, muito pelo contrario, a indústria retomou seu crescimento fez novas contratações e consegu


iu preservar os empregos ao longo do ano", explica. O presidente da Fieb aponta a construção civil como grande impulsionador na geração de empregos e melhoria da renda do povo baiano. "Entre janeiro a dezembro de 2009 foram 22,6 mil empregos gerados e de fevereiro de 2009 a janeiro de 2010 foram mais de 25 mil novos postos de trabalho. Isso é altamente impactante para a economia do Estado", assegura.


Sobre o retorno de tributos como o IPI e os impactos que a volta da carga tributaria deve gerar na economia de 2010, Ventim é categórico:"Quando o governo diminui impostos de setores como a construção civil o que verificamos é o aumento do número de empregos gerados e também da renda. Se o governo federal pudesse estender isso a outros setores certamente teríamos uma economia mais vibrante e um povo mais feliz", diz.


Victor Ventim alerta para uma mudança na política tributária brasileira. "A equação é simples cada vez que se diminuem os impostos, aumenta-se a geração de empregos e a renda da população. Ou se utiliza o dinheiro para pagar impostos ou para ser aplicado na geração de empregos. Tudo na vida são escolhas e o governo federal deve entender isso. Ele não pode continuar com uma carga tributária elevada. É preciso promover queda tanto nos juros quanto nos impostos. Precisamos de uma Reforma Tributária e que os tributos sejam praticados em taxas mais civilizadas para o bom desempenho da economia", reclama.

Tags
destaque 2