Bahia gera 26.640 novos postos de trabalho no primeiro semestre

24/07/2013



As informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) referentes ao mês de junho último registram que a Bahia apresentou acréscimo de 26.640 postos (+1,53%) no primeiro semestre de 2013. O resultado coloca o estado como o melhor desempenho absoluto do Nordeste, seguido do Ceará (13.152) e Piauí (6.227).



Em junho, foram criados no estado 1.436 empregos celetistas, saldo que expressa a diferença entre o total de admissões (63.205) e desligamentos (61.769). Os dados foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).


A Bahia ocupou a quarta colocação na geração de novos postos de trabalho, no mês de junho, entre os estados do Nordeste e a 15ª posição no Brasil. Setorialmente, os destaques positivos ficaram com os segmentos de serviços (+861 postos), agropecuária (+573), indústria de transformação (+467) e administração pública (+60). Registraram saldos negativos os setores de extrativa mineral (-16), serviços industriais de utilidade pública (-38), comércio (-94) e construção civil (-377).


Interior – Também no mês de junho, os três municípios baianos com mais de 30 mil habitantes que tiveram maior criação de novas oportunidades de trabalho formal foram Juazeiro (650), que registrou saldo positivo de 345 novos postos no setor do comércio, Nova Viçosa (608) e Casa Nova (497).


Entre os municípios com mais de 30 mil habitantes, que registraram os menores saldos de emprego no período, estão Lauro de Freitas (-837), devido ao saldo negativo no setor de serviços (-440), Itamaraju (-738), que apresentou saldo negativo de 771 postos na agropecuária, e Feira de Santana (-572), que apresentou saldo negativo de 624 no setor de serviços.


No total, foram criados no interior do estado 2.655 postos de trabalho, enquanto na Região Metropolitana de Salvador (RMS) houve redução de 1.219 postos. Quanto ao saldo de emprego de janeiro a junho, a participação do interior representou mais que o dobro da criação de postos de trabalho na RMS, com a criação de 18.617 novos empregos no interior do estado, contra 8.023 postos de trabalho com carteira assinada na área metropolitana.


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