21/11/2014
As microempresas e as empresas de pequeno porte (MPEs) e os microempreendedores individuais (MEI) baianos do segmento de comércio e serviços serão incentivados a investir em inovação de produtos, processos e serviços. A iniciativa será possível devido ao edital 021/2014 da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Bahia (Fapesb).
O edital foi apresentado nessa quinta-feira (20/11), no auditório da Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração (Sicm). O evento foi promovido pelo Fórum Regional Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte.
Estiveram presentes Marcos Costa, Superintendente de Comércio e Serviços da Sicm; Wilson Andrade, coordenador privado do Comitê Temático de Tecnologia e Inovação do Fórum das MPEs; Leandro Barreto, coordenador público do mesmo comitê e representante da Secti; Lauro Ramos, Diretor de Operações do Sebrae; Roberto Paulo Lopes, Diretor Geral da Fapesb e Artur Brandão, Diretor de Inovação da Fapesb.
Segundo Marcos Costa, superintendente da Sicm, a iniciativa vai incrementar a competitividade das empresas. “É a primeira vez que o segmento de comércio e serviços tem acesso a esse tipo de benefício. Para nós é um orgulho tornar concreta mais uma iniciativa de apoio aos pequenos negócios do setor terciário. Destaque-se o ineditismo dessa iniciativa no país, com a esperança de que outras iniciativas semelhantes sejam empreendidas”, comemora.
“O objetivo deste edital é apoiar por meio de concessão de recursos não-reembolsáveis o desenvolvimento de inovações em produtos, processos e serviços”, explica Artur Brandão, diretor de Inovação da Fapesb.
Os interessados terão até às 17 horas do dia 6 de março do próximo ano para apresentar propostas que passarão por critérios de avaliação divididos em quatro dimensões: projeto, mercado (viabilidade econômica e comercial), inovação e proponente (infraestrutura, equipe e capacidade de execução do projeto.
É preciso prestar atenção em alguns pré-requisitos antes de enviar propostas. Como por exemplo: a empresa deverá estar classificada no CNAE como comércio e serviços e deve ter uma receita anual inferior a R$ 3,6 milhões. Após aprovado, o prazo para execução do projeto é de até 18 meses e os recursos serão liberados em duas parcelas.