APLs podem ajudar no desenvolvimento da Bahia e do NE

17/11/2016



Os arranjos produtivos locais (APLs) podem ser um norte no processo de desenvolvimento da Bahia e da Região Nordeste. A tese foi defendida por secretários e professores universitários que participam do seminário Estratégia de Arranjos Produtivos para o Desenvolvimento Territorial da Bahia e do Nordeste, na sede da Fecomércio (Casa do Comércio), na avenida Tancredo Neves.


Em parceria com a Redesist - rede acadêmica de pesquisa, capitaneada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com a participação de várias universidades e institutos de pesquisa do país – a SDE trouxe para o evento um ciclo de debates sobre os APLs existentes na Bahia ou que poderão ser criados e estimulados.


Além da participação de secretários e dirigentes de órgãos do governo, o seminário conta com as presenças de Kelsor Fernandes, presidente em exercício da Fecomércio, Marcelo Neves, superintendente da Sudene, Adhvan Furtado, superintendente do Sebrae/BA, José Eduardo Cassiolato (UFRJ e Redesist) e Marcos Andrade, vice-presidente Administrativo e Financeiro da Abirochas.


E das universidades Federal Sul da Bahia, Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Federal da Paraíba (UFPB), Federal do Pará (UFPA) e PUC (Goiás), além da Universidade Dom Bosco (MS).


Nesses dois dias, estão sendo debatidos a redefinição dos espaços e discussão de implicações de políticas e novas formas de estimular o desenvolvimento territorial da Bahia e do Nordeste.


O evento integra o conjunto de estratégias do Núcleo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Arranjos Produtivos Locais da Bahia, que é coordenado pela SDE.


O que é APL - Arranjos produtivos locais (APLs) são aglomerações de empresas, localizadas em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva e mantêm vínculos de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outros atores locais, tais como: governo, associações empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa.





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