Especial Feira de Santana
diretor do Centro Industrial do Subaé (CIS), José Mercês Neto.
Algumas destas indústrias, segundo Mercês, já existem em Feira de Santana, mas, estão fora do núcleo industrial e agora estão se relocando para áreas apropriadas às suas atividades. Entre elas estão a Alumínio Fortbrilho, Ecofeira, Indústria e Comércio de Reciclagem, Super Kid’s e Firmino Artefatos de Cimento.
A Stambord, Indústria e Comércio de Artefatos de Borracha, também é uma indústria feirense, associada à Star Pneus, que trabalha com pneus rígidos, e que vai reciclar resíduos de borracha oriundos de indústrias locais como Pirelli, Vipal e a Watt, entre outras. Segundo José Mercês, na verdade, foram 11 empresas aprovadas pelo Conselho Administrativo, mas uma delas, a Fototex, solicitou a retirada da sua solicitação.
José Mercês revelou que as últimas áreas industriais disponíveis no CIS estão sendo negociadas. Por isso, já se cogita a criação de uma nova área onde seria implantado do CIS Norte. “Nós ainda temos área no CIS, mas dentro do município de São Gonçalo dos Campos. Já sinalizamos ao poder público de Feira de Santana de que precisamos criar uma nova área industrial aqui. Nós sugerimos uma área no setor Norte da cidade, mas não tivemos resposta.
Não interessa ao CIS, ao governo do estado, que Feira de Santana fique sem áreas para expansão do setor industrial. Creio que isso não interessa a ninguém. Mas só compete ao poder público municipal legislar sobre o ordenamento e uso do solo”, disse Mercês.
O CIS vai urbanizar e dotar de infra estrutura necessária, em parceria com o Derba, as quadras O, P e Q, localizadas no município de São Gonçalo dos Campos, para instalação de novas indústrias. Os recursos oriundos das vendas de áreas serão utilizados neste trabalho, bem como na conservação de outras áreas que precisam de manutenção e também na aquisição de novas áreas no município de Feira de Santana”, revelou Mercês.