Comércio varejista baiano apresenta crescimento pelo nono mês seguido

16/11/2010

As vendas do comércio baiano apresentaram expansão de 8,8%, em setembro deste ano, em relação ao mesmo período de 2009. Na comparação dos meses de setembro e agosto de 2010, a variação foi de 0,6%. Esses dados foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).


A pesquisa revela que setembro foi o nono mês consecutivo em que o comércio baiano apresentou resultado positivo. No acumulado do ano (janeiro a setembro de 2010), o varejo apresentou crescimento de 10,4%.


Essa taxa foi muito superior à registrada no mesmo período de 2009, quando as vendas situaram-se em 5,6%. Seguindo o mesmo ritmo, no acumulado dos últimos 12 meses (setembro de 2009 a agosto de 2010), a expansão das vendas também foi de 10,4%, contra os 6,0% observados no período de 12 meses imediatamente anterior.


Em 2010, um conjunto de fatores vem sustentando os resultados favoráveis do comércio varejista, dentre os quais se destacam: a expansão do crédito para financiamentos, a ampliação dos prazos de parcelamento, a melhoria de rendimentos dos consumidores, essencialmente daqueles de menor poder aquisitivo e, principalmente, o aumento do emprego formal no estado.


Vendas – Em setembro de 2010, comparando-se com igual mês de 2009, quase todos os ramos do comércio tiveram resultados positivos no volume de vendas: livros, jornais, revistas e papelaria (15,9%); combustíveis e lubrificantes (13,3%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (12,2%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (11,1%); tecidos, vestuário e calçados (9,4%); móveis e eletrodomésticos (8,9%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (6,1%).


O segmento de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação foi o único que teve resultado negativo (-6,5%).


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