01/07/2016
As secretarias de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) e de Desenvolvimento Rural (SDR/Sutrag) conheceram, de perto, nesta quinta-feira (30), as experiências da Rede de Hortos para Beneficiamento de Plantas Medicinais e Litúrgicas (RHOL). As ações têm o objetivo de preservar as tradições das religiões de matriz africana, as ervas utilizadas nos terreiros, promovendo geração de emprego e renda para as comunidades. O Governo do Estado foi representado por Fabya Reis, chefe de Gabinete da Sepromi, bem como Luiz Bastos, da Coordenação de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais (CPCT/Sepromi) e Jovenilton Batista, diretor da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).
O projeto foi contemplado pelo edital da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), voltado ao apoio de empreendimentos de economia solidária a espaços socioculturais de matriz africana. A iniciativa trabalha com ervas medicinais e litúrgicas, além da reciclagem de óleos utilizados nos próprios terreiros e entornos. Com isso são produzidos materiais de limpeza como detergente e sabão em barra. Em breve, velas aromáticas e outros produtos serão incluídos no portfólio.
A iniciativa, ao longo de 20 meses, já envolveu cerca de 500 beneficiários de cinco municípios, trabalhando a formação em educação ambiental e agroecologia, potencializando a geração de renda das suas famílias. Nos próximos meses os materiais serão expostos e comercializados na 1° Kitanda Ona Ilê de Economia Solidária, em Salvador.
Nesta quinta foram visitados os terreiros Leci e Aretum (Camaçari), além do Sítio de Paz (Lauro de Freitas) e o terreiro Mokambo, no bairro Trobogy, em Salvador. Participaram da agenda os representantes da Rede RHOL e Àwa Ações Afirmativas, Sueli Conceição, Afonso Sales, Sergio Sales e Fabíola Mendonça.
Confira a nossa galeria de fotos AQUI
O projeto foi contemplado pelo edital da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), voltado ao apoio de empreendimentos de economia solidária a espaços socioculturais de matriz africana. A iniciativa trabalha com ervas medicinais e litúrgicas, além da reciclagem de óleos utilizados nos próprios terreiros e entornos. Com isso são produzidos materiais de limpeza como detergente e sabão em barra. Em breve, velas aromáticas e outros produtos serão incluídos no portfólio.
A iniciativa, ao longo de 20 meses, já envolveu cerca de 500 beneficiários de cinco municípios, trabalhando a formação em educação ambiental e agroecologia, potencializando a geração de renda das suas famílias. Nos próximos meses os materiais serão expostos e comercializados na 1° Kitanda Ona Ilê de Economia Solidária, em Salvador.
Nesta quinta foram visitados os terreiros Leci e Aretum (Camaçari), além do Sítio de Paz (Lauro de Freitas) e o terreiro Mokambo, no bairro Trobogy, em Salvador. Participaram da agenda os representantes da Rede RHOL e Àwa Ações Afirmativas, Sueli Conceição, Afonso Sales, Sergio Sales e Fabíola Mendonça.
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