17/09/2016
Com o lema “Educação do Campo: por uma escola agroecológica e da classe trabalhadora”, diversos profissionais da educação que atuam em áreas de assentamentos de reforma agrária e acampamentos participaram do 18º Encontro Estadual de Educadores e Educadoras do Movimento do Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), encerrado neste sábado (17), em Salvador. A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) participou das atividades, defendendo a importância de uma política de educação inclusive, que considere a diversidade racial e de gênero, dentre outras iniciativas.
A titular da Sepromi, Fabya Reis, falou que o encontro é uma iniciativa importante, contribuindo para fazer avançar a construção de uma educação antirracista, inclusiva e que valoriza a diversidade. “Temos na Bahia uma presença majoritária de população negra, que também forma, notadamente, o conjunto das famílias que vivem nos assentamentos e acamamentos rurais. Estes públicos fazem parte de uma maioria populacional historicamente excluída das politicas públicas em virtude do racismo e das opressões no Brasil, desde sua formação enquanto país”.
Reis destacou, no entanto, conquistas históricas alcançadas nos últimos anos. “Podemos dizer que hoje a educação do campo é, sem dúvidas, uma política de Estado”, enfatizou, atribuindo o avanço à luta da sociedade civil organizada e ao ativismo de diversos educadores.
Já Jozenilza Figueiredo, do MST, acredita que o encontro está se consolidando como uma plataforma de formação e fortalecimento do coletivo estadual de educadores. “Para isso, nossa proposta é discutir criticamente as estruturas que existem na sociedade brasileira e ocupar as salas de aula com as construções coletivas da classe trabalhadora”, afirmou.
Políticas afirmativas na educação - A secretária citou outras políticas afirmativas na área educacional, como as políticas de cotas, responsável pelo ingresso de milhares de estudantes negros nas universidades do país. “Na Bahia também temos reforçado a Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, que reúne todas as instituições públicas de ensino superior. Outro debate que temos travado é a implementação da lei federal 10.639, que aponta da necessidade de implementação do ensino da história afro-brasileira nos currículos escolares, São medidas que fazem parte dos esforços para combatermos o racismo institucional na Bahia”, complementou.
A titular da Sepromi, Fabya Reis, falou que o encontro é uma iniciativa importante, contribuindo para fazer avançar a construção de uma educação antirracista, inclusiva e que valoriza a diversidade. “Temos na Bahia uma presença majoritária de população negra, que também forma, notadamente, o conjunto das famílias que vivem nos assentamentos e acamamentos rurais. Estes públicos fazem parte de uma maioria populacional historicamente excluída das politicas públicas em virtude do racismo e das opressões no Brasil, desde sua formação enquanto país”.
Reis destacou, no entanto, conquistas históricas alcançadas nos últimos anos. “Podemos dizer que hoje a educação do campo é, sem dúvidas, uma política de Estado”, enfatizou, atribuindo o avanço à luta da sociedade civil organizada e ao ativismo de diversos educadores.
Já Jozenilza Figueiredo, do MST, acredita que o encontro está se consolidando como uma plataforma de formação e fortalecimento do coletivo estadual de educadores. “Para isso, nossa proposta é discutir criticamente as estruturas que existem na sociedade brasileira e ocupar as salas de aula com as construções coletivas da classe trabalhadora”, afirmou.
Políticas afirmativas na educação - A secretária citou outras políticas afirmativas na área educacional, como as políticas de cotas, responsável pelo ingresso de milhares de estudantes negros nas universidades do país. “Na Bahia também temos reforçado a Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, que reúne todas as instituições públicas de ensino superior. Outro debate que temos travado é a implementação da lei federal 10.639, que aponta da necessidade de implementação do ensino da história afro-brasileira nos currículos escolares, São medidas que fazem parte dos esforços para combatermos o racismo institucional na Bahia”, complementou.