29/11/2016
Com atuação que destaca a estética e cultura africanas, o bloco Cortejo Afro iniciou nesta segunda-feira (28), no mês de celebração da Consciência Negra, em Salvador, a tradicional temporada de ensaios que antecede o Carnaval da Bahia. Os shows serão realizados sempre às segundas-feiras, a partir das 21 horas, na Praça das Artes, no Pelourinho. A abertura contou com a participação da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi).
Durante as apresentações a banda Cortejo Afro mostra seu som percussivo e a mistura de ritmos africanos, batidas eletrônicas, mesclando músicas latinas, MPB e Pop. No repertório, além das composições como “Combustível”, “Vou Sambar”, “Reze” e “Ageumbó”, já consagradas pelo público, são apresentadas releituras de clássicos da música popular brasileira.
O projeto é uma realização da Entidade Cultural Cortejo Afro e conta com o apoio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), vinculados à Secretaria de Cultura (Secult), além da parceria com a Sepromi. “O Cortejo Afro é responsável por um trabalho fundamental de disseminação da música afirmativa e de valorização cultura negra. Realizará, sem dúvidas, um grande projeto, na emblemática Praça das Artes, revitalizada pelo Governo do Estado como mais um importante espaço do Centro Histórico de Salvador”, afirmou a titular da Sepromi, Fabya Reis, que prestigiou o evento.
Cortejo Afro - O Cortejo Afro foi criado em 1998, na comunidade de Pirajá, na capital baiana. Sua origem é referenciada num terreiro de candomblé, o Ilê Axé Oyá, sob a inspiração e orientação espiritual da Yalorixá Anizia da Rocha Pitta, a Mãe Santinha. O bloco foi idealizado pelo artista plástico Alberto Pitta que, há mais de 30 anos, desenvolve trabalhos ligados às questões da identidade, força estética e musical negras. A entidade, envolvida com esta proposta, desenvolve trabalhos sociais junto à sua comunidade durante todo o ano.
Durante as apresentações a banda Cortejo Afro mostra seu som percussivo e a mistura de ritmos africanos, batidas eletrônicas, mesclando músicas latinas, MPB e Pop. No repertório, além das composições como “Combustível”, “Vou Sambar”, “Reze” e “Ageumbó”, já consagradas pelo público, são apresentadas releituras de clássicos da música popular brasileira.
O projeto é uma realização da Entidade Cultural Cortejo Afro e conta com o apoio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), vinculados à Secretaria de Cultura (Secult), além da parceria com a Sepromi. “O Cortejo Afro é responsável por um trabalho fundamental de disseminação da música afirmativa e de valorização cultura negra. Realizará, sem dúvidas, um grande projeto, na emblemática Praça das Artes, revitalizada pelo Governo do Estado como mais um importante espaço do Centro Histórico de Salvador”, afirmou a titular da Sepromi, Fabya Reis, que prestigiou o evento.
Cortejo Afro - O Cortejo Afro foi criado em 1998, na comunidade de Pirajá, na capital baiana. Sua origem é referenciada num terreiro de candomblé, o Ilê Axé Oyá, sob a inspiração e orientação espiritual da Yalorixá Anizia da Rocha Pitta, a Mãe Santinha. O bloco foi idealizado pelo artista plástico Alberto Pitta que, há mais de 30 anos, desenvolve trabalhos ligados às questões da identidade, força estética e musical negras. A entidade, envolvida com esta proposta, desenvolve trabalhos sociais junto à sua comunidade durante todo o ano.