15/07/2016
Uma cooperação técnica será firmada ainda este ano entre o governo estadual, por meio das Secretarias de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) e de Desenvolvimento Rural (SDR), e a Universidade Federal da Bahia (UFBA), para o desenvolvimento de ações integradas de promoção da igualdade étnico-racial. A iniciativa foi apresentada na mesa temática “Em defesa dos direitos dos povos e comunidades tradicionais”, na tarde desta sexta-feira (15), durante congresso comemorativo pelos 70 anos da instituição, no campus de Ondina.
O objetivo é a implementação de capacitações, pesquisas, diagnósticos, assistência técnica e outros projetos que contemplem a população negra. A parceria prevê, ainda, a permanência da UFBA na Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, órgão ligado à Sepromi que busca aumentar o grau de resolutividade dos casos de violação de direitos nesta área. O evento, aberto na última quinta-feira (14), segue até domingo (17), com debates nas mais diversas áreas do conhecimento, estimulando a integração da comunidade acadêmica.
Segundo a professora Angela Gordilho (arquiteta), vários núcleos de pesquisa, ensino e extensão da UFBA realizam estudos e iniciativas em defesa dos direitos dos povos e comunidades tradicionais. “Dentre essas iniciativas, no âmbito da Faculdade de Arquitetura, com a implantação pioneira da Residência Profissional em Arquitetura, Urbanismo e Engenharia, por meio do curso de especialização em Assistência Técnica para Habitação de Direito à Cidade, bem como pelo grupo Etnicidades, vários projetos foram desenvolvidos com comunidades quilombolas”, informou.
Mesa temática
“Enquanto indígena não poderia estar de fora desse debate para saber um pouco mais de como anda as questões fundiárias e os conflitos de campo, trocar informações e contribuir com a pauta de modo que implique em resultados para as nossas comunidades tradicionais”, disse o estudante do curso de Direito, Genilson dos Santos, 32 anos, da etnia Pataxó, de Santa Cruz Cabrália, ao participar da atividade.
Na oportunidade, o representante da Sepromi, Ailton Ferreira, citou as principais atribuições e ações da pasta previstas no Plano Pluri Anual 2016-2019, destacando a importância da parceria com a universidade e o envolvimento dos professores, estudantes, formadores de opinião, no combate ao racismo e à intolerância religiosa, assim como no aprimoramento e ampliação das políticas públicas de promoção da igualdade racial.
O direito ao território foi o foco das discussões na mesa temática. “A permanência desses grupos é fruto de sua resistência histórica. Sem território não há povos e comunidades tradicionais”, disse a professora Guiomar Germani (geógrafa). Também participaram do encontro os professores Maria Rosário Carvalho (antropóloga) e Miguel Acciolly (biólogo).
Confira outras fotos AQUI.
O objetivo é a implementação de capacitações, pesquisas, diagnósticos, assistência técnica e outros projetos que contemplem a população negra. A parceria prevê, ainda, a permanência da UFBA na Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, órgão ligado à Sepromi que busca aumentar o grau de resolutividade dos casos de violação de direitos nesta área. O evento, aberto na última quinta-feira (14), segue até domingo (17), com debates nas mais diversas áreas do conhecimento, estimulando a integração da comunidade acadêmica.
Segundo a professora Angela Gordilho (arquiteta), vários núcleos de pesquisa, ensino e extensão da UFBA realizam estudos e iniciativas em defesa dos direitos dos povos e comunidades tradicionais. “Dentre essas iniciativas, no âmbito da Faculdade de Arquitetura, com a implantação pioneira da Residência Profissional em Arquitetura, Urbanismo e Engenharia, por meio do curso de especialização em Assistência Técnica para Habitação de Direito à Cidade, bem como pelo grupo Etnicidades, vários projetos foram desenvolvidos com comunidades quilombolas”, informou.
Mesa temática
“Enquanto indígena não poderia estar de fora desse debate para saber um pouco mais de como anda as questões fundiárias e os conflitos de campo, trocar informações e contribuir com a pauta de modo que implique em resultados para as nossas comunidades tradicionais”, disse o estudante do curso de Direito, Genilson dos Santos, 32 anos, da etnia Pataxó, de Santa Cruz Cabrália, ao participar da atividade.
Na oportunidade, o representante da Sepromi, Ailton Ferreira, citou as principais atribuições e ações da pasta previstas no Plano Pluri Anual 2016-2019, destacando a importância da parceria com a universidade e o envolvimento dos professores, estudantes, formadores de opinião, no combate ao racismo e à intolerância religiosa, assim como no aprimoramento e ampliação das políticas públicas de promoção da igualdade racial.
O direito ao território foi o foco das discussões na mesa temática. “A permanência desses grupos é fruto de sua resistência histórica. Sem território não há povos e comunidades tradicionais”, disse a professora Guiomar Germani (geógrafa). Também participaram do encontro os professores Maria Rosário Carvalho (antropóloga) e Miguel Acciolly (biólogo).
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