06/04/2017
O centenário do Mestre Didi (Deoscóredes Maximiliano dos Santos), artista plástico e fundador no Ilê Asipá, localizado em Salvador, foi discutido nesta quarta-feira (5) com as secretarias de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) e de Cultura (Secult). A comissão organizadora foi representada pelo seu presidente, José Félix dos Santos (neto mais velho do Mestre Didi), além do secretário geral, Gildeci Leite (escritor e professor da UNEB, pesquisador da cultura afro-brasileira).
A secretária Fabya Reis destacou que a Sepromi reúne e articula esforços para integração do conjunto do Governo do Estado ao calendário de comemorações pelo centenário, que inclui realização de seminários, homenagens públicas, dentre outras. Também serão acompanhados, de perto, os trâmites do processo de tombamento do terreiro junto à Secretaria de Cultura (Secult), através do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC). O apoio às questões infraestruturais do terreiro é outro ponto considerado pelo governo estadual.
Participaram do encontro, ainda, o chefe de Gabinete da Secult, Cláudio Melo, além de representantes das coordenações executivas de Promoção da igualdade Racial (CPIR) e de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais (CPPCT) da Sepromi.
Mais sobre o Mestre Didi - Além de fundador do Ilê Asipá na década de 80, o Mestre Didi foi um importante e influente artista plástico. Suas obras integraram exposições internacionais, tendo percorrido a França, Argentina, Senegal, Nigéria, Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos, Itália e Espanha. Em 2009, em São Paulo, o Museu Afro Brasil realizou uma grande homenagem ao artista.
“O centenário do Mestre Didi representa uma oportunidade para um justo reconhecimento pelas contribuições deste artista e líder religioso que tanto deixou legados no conjunto dos nossos patrimônios materiais e imateriais”, afirmou a gestora, destacando a importância das ações para o calendário da Década Internacional Afrodescendente. Uma das iniciativas já associadas ao centenário partiu da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), que lançou edital destinado à publicação de obra literária sobre a trajetória do Mestre Didi, cuja etapa final é o lançamento no mês de dezembro.
A secretária Fabya Reis destacou que a Sepromi reúne e articula esforços para integração do conjunto do Governo do Estado ao calendário de comemorações pelo centenário, que inclui realização de seminários, homenagens públicas, dentre outras. Também serão acompanhados, de perto, os trâmites do processo de tombamento do terreiro junto à Secretaria de Cultura (Secult), através do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC). O apoio às questões infraestruturais do terreiro é outro ponto considerado pelo governo estadual.
Participaram do encontro, ainda, o chefe de Gabinete da Secult, Cláudio Melo, além de representantes das coordenações executivas de Promoção da igualdade Racial (CPIR) e de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais (CPPCT) da Sepromi.
Mais sobre o Mestre Didi - Além de fundador do Ilê Asipá na década de 80, o Mestre Didi foi um importante e influente artista plástico. Suas obras integraram exposições internacionais, tendo percorrido a França, Argentina, Senegal, Nigéria, Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos, Itália e Espanha. Em 2009, em São Paulo, o Museu Afro Brasil realizou uma grande homenagem ao artista.
“O centenário do Mestre Didi representa uma oportunidade para um justo reconhecimento pelas contribuições deste artista e líder religioso que tanto deixou legados no conjunto dos nossos patrimônios materiais e imateriais”, afirmou a gestora, destacando a importância das ações para o calendário da Década Internacional Afrodescendente. Uma das iniciativas já associadas ao centenário partiu da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), que lançou edital destinado à publicação de obra literária sobre a trajetória do Mestre Didi, cuja etapa final é o lançamento no mês de dezembro.