13/11/2018
Um projeto viabilizado pelo edital da Década Internacional Afrodescendente - lançado pela Sepromi - em parceria com o Instituto Mídia Étnica (IME), tem promovido diversas iniciativas nas áreas da tecnologia e inovação para a juventude negra baiana. Trata-se da Ocupação Afrofuturista/Maratona de Tecnologia e Inovação, desenvolvida em Salvador, Seabra e Irecê. A apresentação dos projetos finalistas, desenvolvidos pelos beneficiários, aconteceu na noite desta segunda-feira (12), na capital baiana.
As ações envolvem a Holding Social Vale do Dendê que, ao lado do Instituto Mídia Étnica, promove a Ocupação. Ao longo do projeto foram desenvolvidas tecnologias sociais e iniciativas capazes de promover ações no campo da diversidade, da inclusão social e da geração de renda em comunidades.
Uma banca de especialistas avaliou os trabalhos nesta segunda, elegendo o projeto Afromerc como vencedor, uma plataforma que conecta os agricultores familiares aos consumidores, eliminando a figura do atravessador. O TrazFavela, de Salvador, conquistou o segundo lugar e, em terceira colocação, ficou o Banco Social Diamantino, de Seabra. O vencedor vai apresentar o projeto na Campus Party Brasil 2018, no próximo mês de fevereiro, em São Paulo.
A titular da Sepromi, Fabya Reis, destacou que o projeto Maratona de Tecnologia e Inovação, além de ser uma ferramenta de desenvolvimento social e econômico das comunidades, configura-se como fundamental estratégica de combate ao racismo estrutural. “A luta antirracista é fortalecida com iniciativas como esta. Estimula a nossa gente, incentiva a juventude negra na produção de conteúdo e conhecimento”, disse a secretária. Ela ressaltou, ainda, o conjunto de atividades e realizações que ocorrem ao longo do mês, reforçando o calendário de lutas do Novembro Negro na Bahia.
Para Paulo Rogério Nunes, cofundador da Holding Social Vale do Dendê, as ações terão impacto na melhoria da qualidade de vida e na transformação social das comunidades.“Soluções criadas por jovens periféricos podem se escalar para o país inteiro, diante dos desafios urbanos e rurais, que são muito particulares. Estamos falando de inovação que pode mudar o mundo, conectando as pessoas, são projetos que vão empoderar economicamente as famílias”, pontuou.
Confira o resultado final:
1º lugar: Afromerc
Local: Irecê.
O que é: plataforma que conecta os agricultores familiares aos consumidores, eliminando a figura do atravessador.
2º lugar: TrazFavela
Local: Salvador.
O que é: aplicativo que faz a gestão do delivery das mercadorias produzidas por empreendedores das comunidades.
3º lugar: Banco Social Diamantino
Local: Seabra.
O que é: programa de microcrédito destinado às famílias que atuam na área rural da Chapada Diamantina.
SAIBA MAIS:
As ações envolvem a Holding Social Vale do Dendê que, ao lado do Instituto Mídia Étnica, promove a Ocupação. Ao longo do projeto foram desenvolvidas tecnologias sociais e iniciativas capazes de promover ações no campo da diversidade, da inclusão social e da geração de renda em comunidades.
Uma banca de especialistas avaliou os trabalhos nesta segunda, elegendo o projeto Afromerc como vencedor, uma plataforma que conecta os agricultores familiares aos consumidores, eliminando a figura do atravessador. O TrazFavela, de Salvador, conquistou o segundo lugar e, em terceira colocação, ficou o Banco Social Diamantino, de Seabra. O vencedor vai apresentar o projeto na Campus Party Brasil 2018, no próximo mês de fevereiro, em São Paulo.
A titular da Sepromi, Fabya Reis, destacou que o projeto Maratona de Tecnologia e Inovação, além de ser uma ferramenta de desenvolvimento social e econômico das comunidades, configura-se como fundamental estratégica de combate ao racismo estrutural. “A luta antirracista é fortalecida com iniciativas como esta. Estimula a nossa gente, incentiva a juventude negra na produção de conteúdo e conhecimento”, disse a secretária. Ela ressaltou, ainda, o conjunto de atividades e realizações que ocorrem ao longo do mês, reforçando o calendário de lutas do Novembro Negro na Bahia.
Para Paulo Rogério Nunes, cofundador da Holding Social Vale do Dendê, as ações terão impacto na melhoria da qualidade de vida e na transformação social das comunidades.“Soluções criadas por jovens periféricos podem se escalar para o país inteiro, diante dos desafios urbanos e rurais, que são muito particulares. Estamos falando de inovação que pode mudar o mundo, conectando as pessoas, são projetos que vão empoderar economicamente as famílias”, pontuou.
Confira o resultado final:
1º lugar: Afromerc
Local: Irecê.
O que é: plataforma que conecta os agricultores familiares aos consumidores, eliminando a figura do atravessador.
2º lugar: TrazFavela
Local: Salvador.
O que é: aplicativo que faz a gestão do delivery das mercadorias produzidas por empreendedores das comunidades.
3º lugar: Banco Social Diamantino
Local: Seabra.
O que é: programa de microcrédito destinado às famílias que atuam na área rural da Chapada Diamantina.
SAIBA MAIS:
HOLDING SOCIAL VALE DO DENDÊ
Lançada em novembro de 2016, a empresa social comanda a Aceleradora Vale do Dendê, o Espaço de Inovação Vale do Dendê e Vale Consulting, todos instalados em sua sede pop-up, no Shopping da Bahia. Maiores detalhes sobre o projeto, eventos, iniciativas e programação podem ser conferidos em nossas redes sociais: www.valedodende.org
INSTITUTO MÍDIA ÉTNICA (IME)
Criado em Salvador (Bahia), em outubro de 2005, o Instituto de Mídia Étnica (IME) é uma organização da sociedade civil que realiza projetos para assegurar o direito humano à comunicação e o uso das ferramentas tecnológicas pelos grupos socialmente excluídos, especialmente a comunidade afro-brasileira. Ao longo dos anos, o Instituto Mídia Étnica vem reafirmando a sua disposição em prosseguir na missão de motivar pessoas, em especial, jovens das periferias, a Comunicar, Inovar, Empreender!
Lançada em novembro de 2016, a empresa social comanda a Aceleradora Vale do Dendê, o Espaço de Inovação Vale do Dendê e Vale Consulting, todos instalados em sua sede pop-up, no Shopping da Bahia. Maiores detalhes sobre o projeto, eventos, iniciativas e programação podem ser conferidos em nossas redes sociais: www.valedodende.org
INSTITUTO MÍDIA ÉTNICA (IME)
Criado em Salvador (Bahia), em outubro de 2005, o Instituto de Mídia Étnica (IME) é uma organização da sociedade civil que realiza projetos para assegurar o direito humano à comunicação e o uso das ferramentas tecnológicas pelos grupos socialmente excluídos, especialmente a comunidade afro-brasileira. Ao longo dos anos, o Instituto Mídia Étnica vem reafirmando a sua disposição em prosseguir na missão de motivar pessoas, em especial, jovens das periferias, a Comunicar, Inovar, Empreender!
*Com informações do IME.