15/11/2017
Terreiros localizados no bairro Engenho Velho da Federação realizaram nesta quarta-feira (15), a 13ª edição da Caminhada pelo Fim da Violência, da Intolerância Religiosa e pela Paz. A atividade, que movimentou a região, reuniu representantes de religiões de matriz africana, parceiros da defesa da diversidade religiosa, autoridades e moradores locais. O evento integra a agenda do Novembro Negro da Bahia e teve como tema o enfrentamento à violência contra a mulher.
“Precisamos de respeito, é isso que pedimos neste evento. Todos vestidos de branco, numa oportunidade de reunir o povo do candomblé, mas também trocar energias com representantes de todas as religiões”, destacou a yalorixá Valnízia Pereira, a mãe Val, representando o conjunto dos terreiros que organizaram a caminhada. A religiosa recebeu, durante o percurso, diversas homenagens pelo trabalho desenvolvido no combate à intolerância religiosa ao longo dos anos.
A titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, ressaltou que a atividade já se consolidou no calendário das lutas emblemáticas na Bahia. “É, sem dúvidas, um belo encontro de fé, resistência do povo negro e renovação de compromissos pelo combate ao racismo e às intolerâncias. Parabenizamos pela acertada escolha do tema da violência contra as mulheres, que traz a reflexão sobre o necessário enfrentamento ao sexismo e racismo no nosso Brasil”, afirmou a secretária.
“Precisamos de respeito, é isso que pedimos neste evento. Todos vestidos de branco, numa oportunidade de reunir o povo do candomblé, mas também trocar energias com representantes de todas as religiões”, destacou a yalorixá Valnízia Pereira, a mãe Val, representando o conjunto dos terreiros que organizaram a caminhada. A religiosa recebeu, durante o percurso, diversas homenagens pelo trabalho desenvolvido no combate à intolerância religiosa ao longo dos anos.
A titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, ressaltou que a atividade já se consolidou no calendário das lutas emblemáticas na Bahia. “É, sem dúvidas, um belo encontro de fé, resistência do povo negro e renovação de compromissos pelo combate ao racismo e às intolerâncias. Parabenizamos pela acertada escolha do tema da violência contra as mulheres, que traz a reflexão sobre o necessário enfrentamento ao sexismo e racismo no nosso Brasil”, afirmou a secretária.