03/01/2018
A titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, recebeu nesta quarta-feira (3), em Salvador, representantes da Associação de Pescadores e Marisqueiras Espaço Quilombo (APMEQ), que atua na região de São Tomé de Paripe, entre a capital baiana e o município de Simões Filho. A secretária esteve reunida com as lideranças locais José Salvador e Deise Souza.
Na pauta do encontro estavam questões voltadas ao fortalecimento e empreendedorismo dos segmentos de pescadores, marisqueiras e quilombolas que vivem na localidade, principalmente com foco na melhoria da renda local, além de ações de enfrentamento a violações de direitos e manutenção das tradições ancestrais.
Na oportunidade também foi apresentado à Sepromi o projeto “Aratu sem azul: A agonia do mangue”, que viabilizará a produção de um documentário sobre a história de resistência dos segmentos tradicionais que moram em São Tomé de Paripe.
A comunidade está localizada no entorno da Baía de Aratu, local de presença secular do povo quilombola que, segundo a história, resistiu e libertou-se de grandes engenhos das regiões da Baía de Todos os Santos e do Recôncavo baiano. Fugiram em canoas feitas de madeira para o quilombo de Praia Grande, em Ilha de Maré, e de lá passaram para o quilombo do Alto do Tororó, onde sobrevivem exclusivamente da pesca e mariscagem.
Na pauta do encontro estavam questões voltadas ao fortalecimento e empreendedorismo dos segmentos de pescadores, marisqueiras e quilombolas que vivem na localidade, principalmente com foco na melhoria da renda local, além de ações de enfrentamento a violações de direitos e manutenção das tradições ancestrais.
Na oportunidade também foi apresentado à Sepromi o projeto “Aratu sem azul: A agonia do mangue”, que viabilizará a produção de um documentário sobre a história de resistência dos segmentos tradicionais que moram em São Tomé de Paripe.
A comunidade está localizada no entorno da Baía de Aratu, local de presença secular do povo quilombola que, segundo a história, resistiu e libertou-se de grandes engenhos das regiões da Baía de Todos os Santos e do Recôncavo baiano. Fugiram em canoas feitas de madeira para o quilombo de Praia Grande, em Ilha de Maré, e de lá passaram para o quilombo do Alto do Tororó, onde sobrevivem exclusivamente da pesca e mariscagem.