27/09/2017
Vinte comunidades tradicionais do Território de Identidade de Irecê participaram da Feira Quilombola, encerrada nesta terça-feira (26), no município de Irecê, iniciativa que contou com apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi). O projeto, organizado pelo Centro de Assessoria do Assuruá (CAA), foi um dos contemplados pelo edital Agosto da Igualdade, que aplicou um total de R$ 300 mil para ações voltadas ao resgate dos ideais da Revolta dos Búzios, atenção às lutas e demandas contemporâneas da população negra baiana.
Na Feira Quilombola, que atraiu lideranças quilombolas da região semiárida, foram comercializados produtos de artesanato e alimentos da agricultura familiar, promovendo, ainda, a integração e organização das comunidades. “Foi uma oportunidade muito grande. Estávamos precisando deste apoio para um ‘pontapé’ nos nossos empreendimentos”, disse Romildes dos Santos, do município de Mulungu do Morro. Além dela, participaram lideranças dos municípios de Irecê, América Dourada, São Gabriel, Itaguaçu da Bahia, Lapão, João Dourado, Ibititá, Canarana e Barro Alto.
“Tivermos uma grande visibilidade, com quarenta expositores do território. Começamos o projeto realizando um encontro territorial com diversos segmentos, além de vinte reuniões de mobilização das comunidades. Foi possível realizar uma grande feira, também trazendo a memória da Revolta dos Búzios com materiais didáticos, disseminando essa história nas comunidades rurais”, destacou Leonardo Tomaselli, coordenador executivo do CAA. Ele pontuou que a programação também incluiu expressões da cultura regional, a exemplo de apresentações de cordel, poesia e forró.
O coordenador executivo de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais da Sepromi, Cláudio Rodrigues, ressaltou a importância do projeto para a interiorização das ações afirmativas. “Esta é uma experiência inovadora no Território de Irecê, pela primeira envolvendo segmentos tradicionais. Além da Feira, a formação foi um ponto alto das atividades, abordando a temática do combate às discriminações de raça e de gênero, também marcada pela associação à Revolta dos Búzios, um episódio da luta histórica de enfrentamento às opressões na Bahia. Trata-se de uma ação acertada do ponto de vista da efetividade da política pública de combate à pobreza e promoção da igualdade racial”, ressaltou.
Na Feira Quilombola, que atraiu lideranças quilombolas da região semiárida, foram comercializados produtos de artesanato e alimentos da agricultura familiar, promovendo, ainda, a integração e organização das comunidades. “Foi uma oportunidade muito grande. Estávamos precisando deste apoio para um ‘pontapé’ nos nossos empreendimentos”, disse Romildes dos Santos, do município de Mulungu do Morro. Além dela, participaram lideranças dos municípios de Irecê, América Dourada, São Gabriel, Itaguaçu da Bahia, Lapão, João Dourado, Ibititá, Canarana e Barro Alto.
“Tivermos uma grande visibilidade, com quarenta expositores do território. Começamos o projeto realizando um encontro territorial com diversos segmentos, além de vinte reuniões de mobilização das comunidades. Foi possível realizar uma grande feira, também trazendo a memória da Revolta dos Búzios com materiais didáticos, disseminando essa história nas comunidades rurais”, destacou Leonardo Tomaselli, coordenador executivo do CAA. Ele pontuou que a programação também incluiu expressões da cultura regional, a exemplo de apresentações de cordel, poesia e forró.
O coordenador executivo de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais da Sepromi, Cláudio Rodrigues, ressaltou a importância do projeto para a interiorização das ações afirmativas. “Esta é uma experiência inovadora no Território de Irecê, pela primeira envolvendo segmentos tradicionais. Além da Feira, a formação foi um ponto alto das atividades, abordando a temática do combate às discriminações de raça e de gênero, também marcada pela associação à Revolta dos Búzios, um episódio da luta histórica de enfrentamento às opressões na Bahia. Trata-se de uma ação acertada do ponto de vista da efetividade da política pública de combate à pobreza e promoção da igualdade racial”, ressaltou.