30/01/2017
Uma programação diversificada, com exposição e comercialização de artesanato, comidas típicas e produtos da agricultura familiar, além de desfile da beleza negra, oficinas, corte de cabelo, maquiagem, concurso de poesia, manifestações culturais e campeonato de futebol, marcou a 1ª Feira Cultural Quilombola, em Jeremoabo. A atividade, realizada na última sexta-feira (27) e no sábado (28), na comunidade de Viração, é resultado da parceria entre a Associação Regional de Convivência Apropriada ao Semiárido (Arcas) e a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), por meio do edital Novembro Negro.
O encontro reuniu mais de 400 pessoas com o objetivo de valorizar e resgatar a cultura afro-brasileira, ampliar a luta em defesa da liberdade, diversidade, dignidade e o respeito às diferenças. Para a coordenadora do projeto e representante da Arcas, Sandra Oliveira, os resultados foram bastante satisfatórios. “Envolvemos diversas comunidades quilombolas da região, despertando, principalmente, o interesse da juventude negra, com oficinas de empoderamento e outras atividades voltadas ao segmento no meio rural. Muitos, inclusive, já nos procuraram para saber quando será realizado a próxima edição”, disse.
Ainda de acordo com Sandra Oliveira o edital Novembro Negro foi essencial para a concretização do projeto. “Sem apoio não temos como arcar com ações desse nível”, concluiu. O coordenador de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais da Sepromi, Cláudio Rodrigues, acompanhou toda a programação. Ele destacou que a idealização e gestão do projeto, de forma criteriosa e qualitativa, “contribuiu para fortalecer a identidade e as lutas das comunidades quilombolas no município”, ressaltando também a importância da transversalização das políticas públicas em prol dos povos e comunidades tradicionais.
Gerações – Embora o foco do projeto tenha sido juventude quilombola, para preservação dos modos de vida, saberes e fazeres das comunidades junto ao segmento, os mais velhos também tiveram ampla participação nas manifestações culturais e nos estandes da feira, na perspectiva de criar espaços de inclusão socioprodutiva. Todos os artistas que se apresentaram são da região, em busca da divulgação dos trabalhos e valorização da cultura local. O tema do projeto foi “Raízes: Reconhecendo e Valorizando a Cultura Negra”.
O encontro reuniu mais de 400 pessoas com o objetivo de valorizar e resgatar a cultura afro-brasileira, ampliar a luta em defesa da liberdade, diversidade, dignidade e o respeito às diferenças. Para a coordenadora do projeto e representante da Arcas, Sandra Oliveira, os resultados foram bastante satisfatórios. “Envolvemos diversas comunidades quilombolas da região, despertando, principalmente, o interesse da juventude negra, com oficinas de empoderamento e outras atividades voltadas ao segmento no meio rural. Muitos, inclusive, já nos procuraram para saber quando será realizado a próxima edição”, disse.
Ainda de acordo com Sandra Oliveira o edital Novembro Negro foi essencial para a concretização do projeto. “Sem apoio não temos como arcar com ações desse nível”, concluiu. O coordenador de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais da Sepromi, Cláudio Rodrigues, acompanhou toda a programação. Ele destacou que a idealização e gestão do projeto, de forma criteriosa e qualitativa, “contribuiu para fortalecer a identidade e as lutas das comunidades quilombolas no município”, ressaltando também a importância da transversalização das políticas públicas em prol dos povos e comunidades tradicionais.
Gerações – Embora o foco do projeto tenha sido juventude quilombola, para preservação dos modos de vida, saberes e fazeres das comunidades junto ao segmento, os mais velhos também tiveram ampla participação nas manifestações culturais e nos estandes da feira, na perspectiva de criar espaços de inclusão socioprodutiva. Todos os artistas que se apresentaram são da região, em busca da divulgação dos trabalhos e valorização da cultura local. O tema do projeto foi “Raízes: Reconhecendo e Valorizando a Cultura Negra”.