02/03/2018
Os episódios de racismo são a maior parte dos registros efetuados no Centro de Referência Nelson Mandela, vinculado à Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi). Somente em 2018 já são 21 casos computados pelo órgão, que também acolhe denúncias de intolerância religiosa, desde 2013, ano em que foi implantado.
Um dos casos mais recentes é o ato de racismo praticado contra a jornalista baiana Maíra Azevedo, conhecida como “Tia Má”, ocorrido nesta semana, por meio das redes sociais. Durante uma transmissão ao vivo no Instagram, na última segunda-feira (26), ela foi chamada de "monkey" (termo inglês que significa "macaco", em português) por um internauta. Após formalização de denúncia na 1ª Delegacia Territorial (Barris), a jornalista ainda foi ameaçada de morte através de mensagens e ligações telefônicas.
Episódio recente também envolveu o conselheiro do bloco afro Olodum, Luiz Fernandes, que denunciou racismo sofrido em evento público no sábado (24), no bairro de Stella Maris, em Salvador. Outros casos dizem respeito a situações discriminatórias em supermercado e clínica de estética contra jovens negras, compreendidas como ocorrência de racismo institucional.
A Sepromi informa que tem acompanhado de forma permanente os casos, ressaltando a importância da coragem e efetivação da denúncia, medida que ampara os devidos encaminhamentos por parte do poder público.
Nos próximos dias a secretaria realizará, inclusive, uma reunião extraordinária da Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa do Estado, instância que conta com a participação de diversos órgãos do Sistema de Justiça. Na oportunidade os casos serão abordados e debatidos conjuntamente, no esforço de fazer avançar a resolutividade dos mesmos.
Salvador-Bahia, 2 de março de 2018.
Governo do Estado da Bahia
Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi)
Um dos casos mais recentes é o ato de racismo praticado contra a jornalista baiana Maíra Azevedo, conhecida como “Tia Má”, ocorrido nesta semana, por meio das redes sociais. Durante uma transmissão ao vivo no Instagram, na última segunda-feira (26), ela foi chamada de "monkey" (termo inglês que significa "macaco", em português) por um internauta. Após formalização de denúncia na 1ª Delegacia Territorial (Barris), a jornalista ainda foi ameaçada de morte através de mensagens e ligações telefônicas.
Episódio recente também envolveu o conselheiro do bloco afro Olodum, Luiz Fernandes, que denunciou racismo sofrido em evento público no sábado (24), no bairro de Stella Maris, em Salvador. Outros casos dizem respeito a situações discriminatórias em supermercado e clínica de estética contra jovens negras, compreendidas como ocorrência de racismo institucional.
A Sepromi informa que tem acompanhado de forma permanente os casos, ressaltando a importância da coragem e efetivação da denúncia, medida que ampara os devidos encaminhamentos por parte do poder público.
Nos próximos dias a secretaria realizará, inclusive, uma reunião extraordinária da Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa do Estado, instância que conta com a participação de diversos órgãos do Sistema de Justiça. Na oportunidade os casos serão abordados e debatidos conjuntamente, no esforço de fazer avançar a resolutividade dos mesmos.
Salvador-Bahia, 2 de março de 2018.
Governo do Estado da Bahia
Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi)