20/11/2020
A entidade cultural Cortejo Afro abriu nesta quinta-feira (19), através de uma live no Youtube, a Feira de Economia, Arte e Cultura do Sagrado, projeto desenvolvido com apoio do Edital da Década Afrodescendente, chamada pública lançada pela Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi). A ação consiste num espaço virtual de capacitação, divulgação e escoamento de produtos e serviços de empreendimentos negros, do povos e comunidades tradicionais.
O projeto pretende incentivar a criação de artistas envolvidos com a produção de material sagrado utilizado pelas religiões de matriz africana e apoiar empreendedores negros, em especial jovens e mulheres pertencentes a comunidades de terreiro, por exemplo.
“Somos um grupo cultural que está no carnaval há 22 anos, mas atuando durante todo o ano. Este trabalho é que carimba nossa presença na vida da cidade e do povo negro”, ressaltou o fundador e diretor do Cortejo Afro, Alberto Pitta, lembrando do caráter social da organização conhecida e divulgada internacionalmente.
“Este é, sem dúvidas, um projeto promissor que vai gerar oportunidades, aprimorar negócios e estimular diversas cadeias produtivas. O Cortejo Afro acumula experiência e agrega um conjunto de pessoas que tem empreendido muito, demandando espaço e visibilidade para o seu trabalho. A chamada pública da Sepromi visa impulsionar justamente frentes como esta, no objetivo final de promover o fortalecimento econômico da população negra num momento de forte crise decorrente da pandemia de Covid-19”, destacou a titular da Sepromi, Fabya Reis, ao participar da atividade que integrou a programação do Novembro Negro na Bahia.
Também participaram do lançamento do projeto o presidente do Cortejo Afro, Rogério Oliveira; o publicitário e empreendedor Paulo Rogério Nunes; além de internautas.
O projeto pretende incentivar a criação de artistas envolvidos com a produção de material sagrado utilizado pelas religiões de matriz africana e apoiar empreendedores negros, em especial jovens e mulheres pertencentes a comunidades de terreiro, por exemplo.
“Somos um grupo cultural que está no carnaval há 22 anos, mas atuando durante todo o ano. Este trabalho é que carimba nossa presença na vida da cidade e do povo negro”, ressaltou o fundador e diretor do Cortejo Afro, Alberto Pitta, lembrando do caráter social da organização conhecida e divulgada internacionalmente.
“Este é, sem dúvidas, um projeto promissor que vai gerar oportunidades, aprimorar negócios e estimular diversas cadeias produtivas. O Cortejo Afro acumula experiência e agrega um conjunto de pessoas que tem empreendido muito, demandando espaço e visibilidade para o seu trabalho. A chamada pública da Sepromi visa impulsionar justamente frentes como esta, no objetivo final de promover o fortalecimento econômico da população negra num momento de forte crise decorrente da pandemia de Covid-19”, destacou a titular da Sepromi, Fabya Reis, ao participar da atividade que integrou a programação do Novembro Negro na Bahia.
Também participaram do lançamento do projeto o presidente do Cortejo Afro, Rogério Oliveira; o publicitário e empreendedor Paulo Rogério Nunes; além de internautas.