23/09/2016
A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Estado (Sepromi) recebeu com pesar a notícia do falecimento do Monsenhor Gaspar Sadoc da Natividade, aos 100 anos, na noite desta quinta-feira (22). Conhecido pela sua oratória, estudo da doutrina católica e simplicidade, a liderança negra religiosa teve atuação de destaque na capital baiana, com participação efetiva na Irmandade dos Homens Pretos e Pastoral Afro, que trata da questão racial na igreja. O velório foi marcado para a manhã desta sexta-feira (23), na Igreja de Nossa Senhora da Vitória. Às 15h será celebrada missa de corpo presente e, em seguida, o sepultamento.
Trajetória - Nascido no município de Santo Amaro e o mais velho de oito irmãos, padre Sadoc teve a ajuda do pai na hora de optar pelo caminho do sacerdócio. Em 1929, antes de completar 13 anos, mudou-se para Salvador, onde fez o curso básico no Seminário Menor São José, e filosofia e teologia no Seminário de São José Maior. Ordenado em 1941, foi o primeiro vigário da Paróquia de São Cosme e São Damião, na Liberdade, onde ficou por sete anos. Depois, foi ajudar a construir a Paróquia Cristo Rei e São Judas Tadeu, na Baixa de Quintas, e permaneceu no local por 17 anos.
De lá, saiu para a Paróquia Nossa Senhora da Vitória, onde ainda recentemente celebrava missas e assistia os fiéis como um dos maiores oradores que a Bahia já produziu. Como professor de latim ou história, lecionou no Ginásio Dom Macedo Costa e colégios da Polícia Militar e Sofia Costa Pinto, além da Escola Técnica. Foi também mestre de vários padres e bispos da Arquidiocese. Por muitos anos, padre Sadoc foi Vigário Geral para o Clero de Salvador.
Trajetória - Nascido no município de Santo Amaro e o mais velho de oito irmãos, padre Sadoc teve a ajuda do pai na hora de optar pelo caminho do sacerdócio. Em 1929, antes de completar 13 anos, mudou-se para Salvador, onde fez o curso básico no Seminário Menor São José, e filosofia e teologia no Seminário de São José Maior. Ordenado em 1941, foi o primeiro vigário da Paróquia de São Cosme e São Damião, na Liberdade, onde ficou por sete anos. Depois, foi ajudar a construir a Paróquia Cristo Rei e São Judas Tadeu, na Baixa de Quintas, e permaneceu no local por 17 anos.
De lá, saiu para a Paróquia Nossa Senhora da Vitória, onde ainda recentemente celebrava missas e assistia os fiéis como um dos maiores oradores que a Bahia já produziu. Como professor de latim ou história, lecionou no Ginásio Dom Macedo Costa e colégios da Polícia Militar e Sofia Costa Pinto, além da Escola Técnica. Foi também mestre de vários padres e bispos da Arquidiocese. Por muitos anos, padre Sadoc foi Vigário Geral para o Clero de Salvador.
Com informações da Arquidiocese de Salvador