20/09/2016
A titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, recebeu mais duas organizações da sociedade civil nesta terça-feira (20), em Salvador, no conjunto de agendas de diálogo com variados segmentos mantidas nas últimas semanas. Estivarem na sede da pasta representantes da Associação São Jorge Filho da Goméia (ASJFG), sediada em Lauro de Freitas e da Associação Artístico Cultural Odeart, de Salvador.
Dentre as pautas discutidas com a Associação São Jorge Filho da Goméia estavam ações visando estimular e valorizar as tradições e culturas afro na Bahia. Um dos trabalhos desenvolvidos pela entidade é o bloco afro Bankoma que agrega, todos os anos, o público da capoeira, quilombolas e baianas de vários terreiros. As representantes da associação debateram, inclusive, o projeto Ouro Negro, desenvolvido pelo Governo do Estado no Carnaval de Salvador. Estiveram presentes Mãe Maria Lúcia de Santana Neves (Mameto Kamurici), presidente de honra da ASJFG, acompanhada de Eliana Souza, coordenadora pedagógica da instituição.
O projeto de tecelagem de tradição, que através do artesanato solidário produz panos-da-costa, por exemplo, foi outro empreendimento destacado na reunião. As atividades promovem a inclusão de mulheres negras, contribuindo com a geração de renda e manutenção da identidade e das tradições africanas.
Já a Associação Artístico Cultural Odeart, divulgou suas ações voltadas à juventude negra de Salvador, a exemplo das iniciativas focadas no aprendizado em disciplinas como matemática, literatura e filosofia, contribuindo com o desenvolvimento das capacidades intelectuais dos beneficiários. A entidade foi um dos destaques do Prêmio Manuel Faustino, concedido pela Sepromi em 2015, com o objetivo de reconhecer o trabalho de organizações da sociedade civil no empoderamento de jovens negros da Bahia. Estiveram presentes a diretora Andréa Odeart e a professora doutora Janice Nicolin, fundadora da organização. Durante o encontro, a secretária da Sepromi também falou dos esforços para implementação da Lei 10.639/03, voltada à introdução da histórica da África no ensino público.
Dentre as pautas discutidas com a Associação São Jorge Filho da Goméia estavam ações visando estimular e valorizar as tradições e culturas afro na Bahia. Um dos trabalhos desenvolvidos pela entidade é o bloco afro Bankoma que agrega, todos os anos, o público da capoeira, quilombolas e baianas de vários terreiros. As representantes da associação debateram, inclusive, o projeto Ouro Negro, desenvolvido pelo Governo do Estado no Carnaval de Salvador. Estiveram presentes Mãe Maria Lúcia de Santana Neves (Mameto Kamurici), presidente de honra da ASJFG, acompanhada de Eliana Souza, coordenadora pedagógica da instituição.
O projeto de tecelagem de tradição, que através do artesanato solidário produz panos-da-costa, por exemplo, foi outro empreendimento destacado na reunião. As atividades promovem a inclusão de mulheres negras, contribuindo com a geração de renda e manutenção da identidade e das tradições africanas.
Já a Associação Artístico Cultural Odeart, divulgou suas ações voltadas à juventude negra de Salvador, a exemplo das iniciativas focadas no aprendizado em disciplinas como matemática, literatura e filosofia, contribuindo com o desenvolvimento das capacidades intelectuais dos beneficiários. A entidade foi um dos destaques do Prêmio Manuel Faustino, concedido pela Sepromi em 2015, com o objetivo de reconhecer o trabalho de organizações da sociedade civil no empoderamento de jovens negros da Bahia. Estiveram presentes a diretora Andréa Odeart e a professora doutora Janice Nicolin, fundadora da organização. Durante o encontro, a secretária da Sepromi também falou dos esforços para implementação da Lei 10.639/03, voltada à introdução da histórica da África no ensino público.