15/03/2018
A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) prestigiou nesta quinta-feira (15), em Salvador, a Plenária Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana e Terreiros, atividade que integra a programação do Fórum Social Mundial (FSM). O evento, que mobiliza representações de diversos estados e países, aborda temas que dizem respeito à valorização, fortalecimento e garantia de direitos dos segmentos tradicionais da população.
Para a titular da Sepromi, Fabya Reis, a atividade reforça o caráter agregador e diverso do FSM, que pela primeira vez é realizado em Salvador. “Trata-se de uma grande oportunidade para os nossos povos tradicionais, sobretudo os segmentos de terreiro, discutirem a sua articulação política e organização, questões que passam pela representatividade, ocupação dos espaços de poder, além de políticas de enfrentamento ao racismo religioso”, pontuou a gestora, que na oportunidade divulgou os serviços, políticas afirmativas e editais baianos voltados a este público.
Compondo a mesa com a secretária estavam autoridades religiosas como o tata Diego de Ayrá, de São Paulo; baba Diba de Yemanjá, do Rio Grande do Sul; e a promotora de Justiça de Minas Gerais, Nívia Mônica Silva. A Comissão Estadual para a Sustentabilidade dos Povos e Comunidades Tradicionais da Bahia (Cespct) também participou do evento.
Para a titular da Sepromi, Fabya Reis, a atividade reforça o caráter agregador e diverso do FSM, que pela primeira vez é realizado em Salvador. “Trata-se de uma grande oportunidade para os nossos povos tradicionais, sobretudo os segmentos de terreiro, discutirem a sua articulação política e organização, questões que passam pela representatividade, ocupação dos espaços de poder, além de políticas de enfrentamento ao racismo religioso”, pontuou a gestora, que na oportunidade divulgou os serviços, políticas afirmativas e editais baianos voltados a este público.
Compondo a mesa com a secretária estavam autoridades religiosas como o tata Diego de Ayrá, de São Paulo; baba Diba de Yemanjá, do Rio Grande do Sul; e a promotora de Justiça de Minas Gerais, Nívia Mônica Silva. A Comissão Estadual para a Sustentabilidade dos Povos e Comunidades Tradicionais da Bahia (Cespct) também participou do evento.