25/10/2016
A Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa se reuniu nesta terça-feira (25), na Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), discutindo a agenda do Novembro Negro e ações integradas para dar celeridade aos processos de violação de direitos na área. Na ocasião, a ialorixá Jaciara Ribeiro, do Abassá de Ogum (Salvador), e Tatá Ricardo Tavares, do terreiro Lembá (Camaçari), compartilharam denúncias de desrespeito à fé dos povos de religiões de matriz africana para o acompanhamento do colegiado e devidos encaminhamentos.
Os casos envolvem crimes ambientais, prejuízos à liberdade de culto e depredação de espaços utilizados pelos segmentos religiosos representados pelas lideranças. O acompanhamento de cada um deles será reforçado com a participação ativa do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), segundo informou a promotora Lívia Vaz, integrante da Rede, à frente do Grupo de Atuação Especial de Combate à Discriminação (Gedis) do MP-BA.
Após agradecer aos integrantes pela participação ativa e comprometimento com a causa, a titular da Sepromi, Fabya Reis, disse que é preciso “fortalecer e visibilizar, cada vez mais, esse espaço, considerando seu caráter estruturante nas políticas públicas de combate ao racismo e à intolerância religiosa”. Para a desembargadora Joanice Guimarães, do Tribunal de Justiça da Bahia, a atuação da Rede “é de grande importância na construção de uma sociedade mais igualitária, que valorize a diversidade em todas as suas dimensões”.
O encontro contou com a participação da professora Janira Miranda, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás, que está realizando um mapeamento de instituições públicas e organizações da sociedade civil para integrar uma rede federal de atenção e combate ao racismo. “A troca de experiências com a Bahia é fundamental, pois o estado já tem um acumulo de iniciativas voltadas ao segmento, a exemplo da Rede, que se destaca pela paridade na composição e formação de grupos de trabalho por área de atuação”.
Também estiveram presentes o coordenador executivo de Promoção da Igualdade Racial da Sepromi, Antônio Cosme Lima, a coordenadora da Rede, Nairobi Aguiar, e o coordenador do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, Walmir França, e representantes das demais secretarias e órgãos estaduais que compõem o grupo. Fazem parte, ainda, universidades federais e estaduais, órgãos que formam o Sistema de Acesso à Justiça e um conjunto de organizações da sociedade civil de Salvador e do interior.
Os casos envolvem crimes ambientais, prejuízos à liberdade de culto e depredação de espaços utilizados pelos segmentos religiosos representados pelas lideranças. O acompanhamento de cada um deles será reforçado com a participação ativa do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), segundo informou a promotora Lívia Vaz, integrante da Rede, à frente do Grupo de Atuação Especial de Combate à Discriminação (Gedis) do MP-BA.
Após agradecer aos integrantes pela participação ativa e comprometimento com a causa, a titular da Sepromi, Fabya Reis, disse que é preciso “fortalecer e visibilizar, cada vez mais, esse espaço, considerando seu caráter estruturante nas políticas públicas de combate ao racismo e à intolerância religiosa”. Para a desembargadora Joanice Guimarães, do Tribunal de Justiça da Bahia, a atuação da Rede “é de grande importância na construção de uma sociedade mais igualitária, que valorize a diversidade em todas as suas dimensões”.
O encontro contou com a participação da professora Janira Miranda, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás, que está realizando um mapeamento de instituições públicas e organizações da sociedade civil para integrar uma rede federal de atenção e combate ao racismo. “A troca de experiências com a Bahia é fundamental, pois o estado já tem um acumulo de iniciativas voltadas ao segmento, a exemplo da Rede, que se destaca pela paridade na composição e formação de grupos de trabalho por área de atuação”.
Também estiveram presentes o coordenador executivo de Promoção da Igualdade Racial da Sepromi, Antônio Cosme Lima, a coordenadora da Rede, Nairobi Aguiar, e o coordenador do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, Walmir França, e representantes das demais secretarias e órgãos estaduais que compõem o grupo. Fazem parte, ainda, universidades federais e estaduais, órgãos que formam o Sistema de Acesso à Justiça e um conjunto de organizações da sociedade civil de Salvador e do interior.