28/11/2017
A tarde foi de festa na Senzala do Barro Preto, no Curuzu, sede do bloco Ilê Aiyê. Nesta segunda-feira (27), 400 jovens foram certificados nos cursos profissionalizantes de Percussão, Dança Afro e Estética Afro, promovidos através de parceria estabelecida pelo bloco afro e as secretarias estaduais de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) e de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi).
De acordo com Antônio Calos dos Santos, o Vovô do Ilê, a iniciativa contribui para o combate ao racismo e a inclusão de jovens negros. “Desenvolvemos atividades de formação há mais de 40 anos, a partir da Escola Mãe Hilda e, logo depois, com a fundação da Band'Aiyê. Preparamos diversos jovens nestes cursos, muitos atuando profissionalmente no Brasil e no exterior. É um aprendizado voltado à cultura afro. Trata-se de conhecer nossa cultura para afirmar a nossa identidade”, pontuou Vovô.
A titular da Sepromi, Fabya Reis, ressaltou que o Governo do Estado compreende a parceria com o Ilê Aiyê como instrumento fundamental para e promoção da igualdade racial. “São esforços para efetivar as políticas destinadas à juventude negra. Aliamos nossa atuação ao trabalho do Ilê Aiyê, referência no enfrentamento às opressões e na difusão da cultura afro-brasileira. É a resistência negra cada vez mais forte através da música e do conjunto dos projetos sociais aqui desenvolvidos”, disse a secretária Fabya Reis.
Para o secretário da SJDHDS, Carlos Martins, as ações abrem novas perspectivas para a juventude baiana. "Quero, primeiro, parabenizar os instrutores dos cursos, por levarem esses meninos pelos caminhos da beleza, arte e cultura. E também parabenizar a todos vocês por chegarem até aqui. Sigam em frente e agarrem essa oportunidade. Vocês podem fazer disso sua profissão", disse o titular da SJDHDS, Carlos Martins, na cerimônia de certificação.
A estudante Renata Batista, 15 anos, aluna da oficina de Dança Afro, as aulas deram resultados. "Aconteceu na hora certa. Eu estava parada há um tempo, e a dança é uma oportunidade de tirar a gente das ruas. Você vê as drogas tomando conta dos jovens, mas, aqui, seguimos em frente", disse.
Ação de impacto nas comunidades - Este foi o encerramento da primeira etapa do Projeto Bloco Afro nas Comunidades, que começou a realizar as oficinas em março. Ao todo, 960 crianças e adolescentes, de 12 a 29 anos, dos bairros da Liberdade, Valéria e Mussurunga são contemplados pela iniciativa, até o ano que vem.
Fruto de um investimento de mais de R$ 1,2 milhão, o objetivo é promover inclusão social e produtiva de jovens em situação de vulnerabilidade através da arte. Parte dos recursos que viabilizaram o projeto são oriundos do Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa do Estado.
*Com informações da SJDHDS.
De acordo com Antônio Calos dos Santos, o Vovô do Ilê, a iniciativa contribui para o combate ao racismo e a inclusão de jovens negros. “Desenvolvemos atividades de formação há mais de 40 anos, a partir da Escola Mãe Hilda e, logo depois, com a fundação da Band'Aiyê. Preparamos diversos jovens nestes cursos, muitos atuando profissionalmente no Brasil e no exterior. É um aprendizado voltado à cultura afro. Trata-se de conhecer nossa cultura para afirmar a nossa identidade”, pontuou Vovô.
A titular da Sepromi, Fabya Reis, ressaltou que o Governo do Estado compreende a parceria com o Ilê Aiyê como instrumento fundamental para e promoção da igualdade racial. “São esforços para efetivar as políticas destinadas à juventude negra. Aliamos nossa atuação ao trabalho do Ilê Aiyê, referência no enfrentamento às opressões e na difusão da cultura afro-brasileira. É a resistência negra cada vez mais forte através da música e do conjunto dos projetos sociais aqui desenvolvidos”, disse a secretária Fabya Reis.
Para o secretário da SJDHDS, Carlos Martins, as ações abrem novas perspectivas para a juventude baiana. "Quero, primeiro, parabenizar os instrutores dos cursos, por levarem esses meninos pelos caminhos da beleza, arte e cultura. E também parabenizar a todos vocês por chegarem até aqui. Sigam em frente e agarrem essa oportunidade. Vocês podem fazer disso sua profissão", disse o titular da SJDHDS, Carlos Martins, na cerimônia de certificação.
A estudante Renata Batista, 15 anos, aluna da oficina de Dança Afro, as aulas deram resultados. "Aconteceu na hora certa. Eu estava parada há um tempo, e a dança é uma oportunidade de tirar a gente das ruas. Você vê as drogas tomando conta dos jovens, mas, aqui, seguimos em frente", disse.
Ação de impacto nas comunidades - Este foi o encerramento da primeira etapa do Projeto Bloco Afro nas Comunidades, que começou a realizar as oficinas em março. Ao todo, 960 crianças e adolescentes, de 12 a 29 anos, dos bairros da Liberdade, Valéria e Mussurunga são contemplados pela iniciativa, até o ano que vem.
Fruto de um investimento de mais de R$ 1,2 milhão, o objetivo é promover inclusão social e produtiva de jovens em situação de vulnerabilidade através da arte. Parte dos recursos que viabilizaram o projeto são oriundos do Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa do Estado.
*Com informações da SJDHDS.