01/09/2017
As três décadas de atuação do Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra da Bahia (CDCN) foram destaque em sessão especial realizada na Assembleia Legislativa (ALBA) nesta quinta-feira (31), em Salvador. O evento reuniu conselheiros, integrantes do movimento negro, ativistas dos segmentos dos povos e comunidades tradicionais, mulheres negras, terreiros, afoxés, capoeiristas, jovens, autoridades de diversas áreas, dentre outros convidados.
A presidenta do CDCN e titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, ressaltou o ativismo histórico do colegiado, criado na década de 80 como um dos pioneiros na defesa dos direitos do povo negro no Brasil. “A expectativa, agora, é reforçar o papel deste grande coletivo como um espaço de controle social de políticas públicas, de democracia e diálogo com as esferas governamentais. É uma grande oportunidade de reconhecer o trabalho de mulheres e homens que passaram por este processo de construção coletiva”, pontuou.
“Este conselho acumula trajetórias pautadas na luta e inclusão do povo negro. Tem sido importante para a consolidação de um novo olhar de mundo, que preza pela igualdade racial plena. É uma instituição que surge a partir do movimento negro e de instituições que sempre defenderam a democracia em nosso país”, afirmou o proponente da sessão, deputado estadual Bira Corôa, que preside a Comissão de Promoção da Igualdade da ALBA.
“É momento de avaliar nossa caminhada. O povo negro que foi arrancado de África hoje está aqui, com toda a ancestralidade, reunindo forças para continuar sua luta com muita resistência”, ponderou a vice-presidenta do CDCN, yalorixá Jaciara Ribeiro, lembrando de conquistas alcançadas ao longo do tempo, como a instituição da Sepromi, em 2007, além da criação do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela.
Durante a solenidade, marcada pela apresentação de grupos culturais e de capoeira, o CDCN homenageou diversas lideranças que contribuíram para a consolidação do órgão, além de personalidades que trabalham pela a afirmação do povo negro em diversos setores da sociedade. Na ocasião também foram empossados conselheiros e conselheiras da sociedade civil que atuarão no CDCN entre 2017 e 2021, cuja eleição ocorreu recentemente.
“Temos nessa história uma espécie de escola. É um momento de resistência para a Bahia, reverenciando um conselho que promove a formação e defende os interesses da população negra”, ressaltou a ex-presidenta do CDCN e ouvidora geral da Defensoria Pública do Estado (DPE), Vilma Reis. Ela ressaltou, ainda, a importância da ALBA para a garantia de direitos da população negra, instituição que discutiu e aprovou, em 2014, o Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa.
A presidenta do CDCN e titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, ressaltou o ativismo histórico do colegiado, criado na década de 80 como um dos pioneiros na defesa dos direitos do povo negro no Brasil. “A expectativa, agora, é reforçar o papel deste grande coletivo como um espaço de controle social de políticas públicas, de democracia e diálogo com as esferas governamentais. É uma grande oportunidade de reconhecer o trabalho de mulheres e homens que passaram por este processo de construção coletiva”, pontuou.
“Este conselho acumula trajetórias pautadas na luta e inclusão do povo negro. Tem sido importante para a consolidação de um novo olhar de mundo, que preza pela igualdade racial plena. É uma instituição que surge a partir do movimento negro e de instituições que sempre defenderam a democracia em nosso país”, afirmou o proponente da sessão, deputado estadual Bira Corôa, que preside a Comissão de Promoção da Igualdade da ALBA.
“É momento de avaliar nossa caminhada. O povo negro que foi arrancado de África hoje está aqui, com toda a ancestralidade, reunindo forças para continuar sua luta com muita resistência”, ponderou a vice-presidenta do CDCN, yalorixá Jaciara Ribeiro, lembrando de conquistas alcançadas ao longo do tempo, como a instituição da Sepromi, em 2007, além da criação do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela.
Durante a solenidade, marcada pela apresentação de grupos culturais e de capoeira, o CDCN homenageou diversas lideranças que contribuíram para a consolidação do órgão, além de personalidades que trabalham pela a afirmação do povo negro em diversos setores da sociedade. Na ocasião também foram empossados conselheiros e conselheiras da sociedade civil que atuarão no CDCN entre 2017 e 2021, cuja eleição ocorreu recentemente.
“Temos nessa história uma espécie de escola. É um momento de resistência para a Bahia, reverenciando um conselho que promove a formação e defende os interesses da população negra”, ressaltou a ex-presidenta do CDCN e ouvidora geral da Defensoria Pública do Estado (DPE), Vilma Reis. Ela ressaltou, ainda, a importância da ALBA para a garantia de direitos da população negra, instituição que discutiu e aprovou, em 2014, o Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa.