22/01/2018
Como parte do calendário alusivo ao Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) visitou, neste domingo, 21, o terreiro centenário Bate Folha, localizado em Mata Escura.
A secretária foi recebida pelas lideranças religiosas Cícero Rodrigues (Tata Muguanxi) e Olga Cruz (Nengua Guaguancesse), além do conjunto de filhos e filhas da casa, que participaram de uma roda de diálogo com a gestora. O terreiro Bate Folha, que completou 100 anos de fundação em 2017, é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e possui a maior extensão de área verde, em Salvador, com o forte trabalho de preservação da cultura das folhas sagradas.
Durante a visita a secretária também dialogou com jovens do bairro de Mata Escura e adjacências, beneficiários do projeto Agentes da Negritude. A ação que tem como foco a formação da juventude negra, tendo como objetivo o resgate de laços históricos e o incentivo ao empreendedorismo. O projeto conta com o apoio do edital novembro negro 2017 da Sepromi.
“Destacamos o nosso compromisso, cada vez maior, em potencializar espaços e legados construídos pelo povo negro e comunidades de Axé. A visita ao terreiro, neste momento, tem um valor simbólico muito grande, pois estamos num dia de luta em defesa da liberdade religiosa”, pontuou Fabya Reis, que destacou o conjunto de políticas e equipamentos públicos destinados ao enfrentamento das diversas violações de direitos no campo racial religioso.
Outras comunidades religiosas também foram visitadas durante este período, a exemplo Bogum, Oxumaré e Gantois, além do terreiro Tumba Junsara, onde ocorreu o ápice das atividades do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.Como parte do calendário alusivo ao Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) visitou, neste domingo, 21, o terreiro centenário Bate Folha, localizado em Mata Escura.
A secretária foi recebida pelas lideranças religiosas Cícero Rodrigues (Tata Muguanxi) e Olga Cruz (Nengua Guaguancesse), além do conjunto de filhos e filhas da casa, que participaram de uma roda de diálogo com a gestora. O terreiro Bate Folha, que completou 100 anos de fundação em 2017, é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e possui a maior extensão de área verde, em Salvador, com o forte trabalho de preservação da cultura das folhas sagradas.
Durante a visita a secretária também dialogou com jovens do bairro de Mata Escura e adjacências, beneficiários do projeto Agentes da Negritude. A ação que tem como foco a formação da juventude negra, tendo como objetivo o resgate de laços históricos e o incentivo ao empreendedorismo. O projeto conta com o apoio do edital novembro negro 2017 da Sepromi.
“Destacamos o nosso compromisso, cada vez maior, em potencializar espaços e legados construídos pelo povo negro e comunidades de Axé. A visita ao terreiro, neste momento, tem um valor simbólico muito grande, pois estamos num dia de luta em defesa da liberdade religiosa”, pontuou Fabya Reis, que destacou o conjunto de políticas e equipamentos públicos destinados ao enfrentamento das diversas violações de direitos no campo racial religioso.
Outras comunidades religiosas também foram visitadas durante este período, a exemplo Bogum, Oxumaré e Gantois, além do terreiro Tumba Junsara, onde ocorreu o ápice das atividades do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.
A secretária foi recebida pelas lideranças religiosas Cícero Rodrigues (Tata Muguanxi) e Olga Cruz (Nengua Guaguancesse), além do conjunto de filhos e filhas da casa, que participaram de uma roda de diálogo com a gestora. O terreiro Bate Folha, que completou 100 anos de fundação em 2017, é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e possui a maior extensão de área verde, em Salvador, com o forte trabalho de preservação da cultura das folhas sagradas.
Durante a visita a secretária também dialogou com jovens do bairro de Mata Escura e adjacências, beneficiários do projeto Agentes da Negritude. A ação que tem como foco a formação da juventude negra, tendo como objetivo o resgate de laços históricos e o incentivo ao empreendedorismo. O projeto conta com o apoio do edital novembro negro 2017 da Sepromi.
“Destacamos o nosso compromisso, cada vez maior, em potencializar espaços e legados construídos pelo povo negro e comunidades de Axé. A visita ao terreiro, neste momento, tem um valor simbólico muito grande, pois estamos num dia de luta em defesa da liberdade religiosa”, pontuou Fabya Reis, que destacou o conjunto de políticas e equipamentos públicos destinados ao enfrentamento das diversas violações de direitos no campo racial religioso.
Outras comunidades religiosas também foram visitadas durante este período, a exemplo Bogum, Oxumaré e Gantois, além do terreiro Tumba Junsara, onde ocorreu o ápice das atividades do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.Como parte do calendário alusivo ao Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) visitou, neste domingo, 21, o terreiro centenário Bate Folha, localizado em Mata Escura.
A secretária foi recebida pelas lideranças religiosas Cícero Rodrigues (Tata Muguanxi) e Olga Cruz (Nengua Guaguancesse), além do conjunto de filhos e filhas da casa, que participaram de uma roda de diálogo com a gestora. O terreiro Bate Folha, que completou 100 anos de fundação em 2017, é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e possui a maior extensão de área verde, em Salvador, com o forte trabalho de preservação da cultura das folhas sagradas.
Durante a visita a secretária também dialogou com jovens do bairro de Mata Escura e adjacências, beneficiários do projeto Agentes da Negritude. A ação que tem como foco a formação da juventude negra, tendo como objetivo o resgate de laços históricos e o incentivo ao empreendedorismo. O projeto conta com o apoio do edital novembro negro 2017 da Sepromi.
“Destacamos o nosso compromisso, cada vez maior, em potencializar espaços e legados construídos pelo povo negro e comunidades de Axé. A visita ao terreiro, neste momento, tem um valor simbólico muito grande, pois estamos num dia de luta em defesa da liberdade religiosa”, pontuou Fabya Reis, que destacou o conjunto de políticas e equipamentos públicos destinados ao enfrentamento das diversas violações de direitos no campo racial religioso.
Outras comunidades religiosas também foram visitadas durante este período, a exemplo Bogum, Oxumaré e Gantois, além do terreiro Tumba Junsara, onde ocorreu o ápice das atividades do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.