12/07/2023
O Governo da Bahia e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) realizaram hoje uma reunião estratégica para discutir um plano de ações conjuntas nas áreas de promoção da igualdade racial, gênero e saúde sexual e reprodutiva.
O encontro aconteceu em Salvador e contou com a participação do vice-governador, Geraldo Júnior, da diretora regional UNFPA para América Latina e Caribe, Susana Sottoli, da secretária de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais, Ângela Guimarães, da secretária de Educação, Adélia Pinheiro, da chefe de gabinete da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), Aldinha Sena, e de representantes da Assessoria Internacional do Gabinete do Governador.
“Estamos determinados a continuar avançando na construção de uma sociedade mais justa e igualitária, onde todos tenham seus direitos respeitados. A parceria com o UNFPA nos fortalece nessa missão. Juntos, seguiremos trabalhando em prol do bem-estar e empoderamento das mulheres, especialmente das mulheres negras”, destacou o vice-governador.
Na oportunidade, a UNFPA apresentou a publicação recém-lançada "Direitos sexuais e reprodutivos das mulheres negras no Brasil” e reforçou a continuidade da parceria com o Governo do Estado, que teve início em 2007. “Temos efetivamente o compromisso de trabalhar por baianos e baianas em uma agenda de direitos das mulheres e pela igualdade racial”, afirmou Susana Sottoli.
Transversalidade - A titular da Sepromi considerou o diálogo produtivo. “O intuito é trabalhar de forma articulada para combater a violência de gênero, garantir o pleno acesso ao planejamento familiar, prevenir a gravidez na adolescência e zerar a mortalidade materna, principalmente das mulheres negras e indígenas da Bahia”, destaca Ângela Guimarães.
A secretária da Educação ressaltou a importância do trabalho conjunto com o organismo multilateral. “É uma responsabilidade que temos não só no campo da Educação, mas também na ação que envolve as várias secretarias estaduais, de trabalhar em prol dos baianos e das baianas que mais precisam”, disse Adélia.
Ascom Sepromi