01/05/2016
Mais de uma centena que pessoas já foram atingidas, diretamente, pelas abordagens qualificadas do Observatório da Discriminação Racial, oferecido na Micareta de Feira de Santana, em pleno circuito Maneca Ferreira. Dados levantados pela equipe especializada apontam que boa parte do público entrevistado relatou já ter sofrido discriminação racial em espaços públicos e festas. A iniciativa é um desdobramento do trabalho desenvolvido no Carnaval de Salvador, com o objetivo de disseminar o respeito à diversidade entre os foliões e estimular a denúncia das violações de direito na área racial ou religiosa.
A titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Vera Lúcia Barbosa, conheceu, neste sábado (30), os serviços implementados na Micareta. “Um dos principais ganhos do trabalho desenvolvido é fazer a escuta da população, divulgar a temáticas relacionadas às questões raciais, sobretudo propagando a mensagem de que o racismo e a intolerância, nas suas mais variadas formas, são crimes que precisam ser denunciados”, afirmou. “Estamos, assim, possibilitando o debate da consciência e do respeito à diversidade presente na maior festa popular do interior da Bahia”, completou, lembrando que a Sepromi mobilizou a Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa da Bahia para o evento feirense.
A secretária explicou que este é o segundo ano consecutivo das ações do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, vinculado à Rede, na Micareta de Feira. O equipamento funciona na capital baiana, sendo pioneiro no país, no que se refere à articulação de serviços da área. Além da gestora, representantes de segmentos variados visitaram o Observatório, a exemplo da Defensoria Pública (DPE), Câmara de Vereadores e Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Depois de conhecer a estrutura do serviço, a secretária percorreu o circuito da festa, acompanhada pelo deputado estadual José Neto, líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia.
Além de participar das abordagens no circuito, o público também pode ser atendido com orientações e apoio jurídico na sede do Observatório, que funciona na Avenida Presidente Dutra, ao lado da antiga Diretoria Regional de Educação (Direc). Os casos podem ser registrados, ainda, pelos telefones 0800 284 0011 (Ouvidoria Geral do Estado – OGE) e 156 (Prefeitura Municipal de Feira de Santana), serviços de ligação gratuita.
As ações em Feira contam com a parceria de outras instâncias, a exemplo dos conselhos municipais das Comunidades Negras e Indígenas (COMDECINI) e da Juventude, da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedeso), através do Departamento de Promoção da Igualdade de Gênero, Igualdade Racial e de Juventude, da Comissão da Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/BA) e da Diversidade Sexual e de Combate à Homofobia da OAB/Feira, além da Pró-Reitoria de Políticas Afirmativas e Assuntos Estudantis (PROPAAE) e da Ouvidoria da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).
A titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Vera Lúcia Barbosa, conheceu, neste sábado (30), os serviços implementados na Micareta. “Um dos principais ganhos do trabalho desenvolvido é fazer a escuta da população, divulgar a temáticas relacionadas às questões raciais, sobretudo propagando a mensagem de que o racismo e a intolerância, nas suas mais variadas formas, são crimes que precisam ser denunciados”, afirmou. “Estamos, assim, possibilitando o debate da consciência e do respeito à diversidade presente na maior festa popular do interior da Bahia”, completou, lembrando que a Sepromi mobilizou a Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa da Bahia para o evento feirense.
A secretária explicou que este é o segundo ano consecutivo das ações do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, vinculado à Rede, na Micareta de Feira. O equipamento funciona na capital baiana, sendo pioneiro no país, no que se refere à articulação de serviços da área. Além da gestora, representantes de segmentos variados visitaram o Observatório, a exemplo da Defensoria Pública (DPE), Câmara de Vereadores e Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Depois de conhecer a estrutura do serviço, a secretária percorreu o circuito da festa, acompanhada pelo deputado estadual José Neto, líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia.
Além de participar das abordagens no circuito, o público também pode ser atendido com orientações e apoio jurídico na sede do Observatório, que funciona na Avenida Presidente Dutra, ao lado da antiga Diretoria Regional de Educação (Direc). Os casos podem ser registrados, ainda, pelos telefones 0800 284 0011 (Ouvidoria Geral do Estado – OGE) e 156 (Prefeitura Municipal de Feira de Santana), serviços de ligação gratuita.
As ações em Feira contam com a parceria de outras instâncias, a exemplo dos conselhos municipais das Comunidades Negras e Indígenas (COMDECINI) e da Juventude, da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedeso), através do Departamento de Promoção da Igualdade de Gênero, Igualdade Racial e de Juventude, da Comissão da Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/BA) e da Diversidade Sexual e de Combate à Homofobia da OAB/Feira, além da Pró-Reitoria de Políticas Afirmativas e Assuntos Estudantis (PROPAAE) e da Ouvidoria da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).