12/08/2016
Quinhentas famílias de assentamentos rurais da Bahia movimentam a Praça da Piedade, centro de Salvador, com a 2º Feira Estadual da Reforma Agrária, que acontece até este sábado (13), sob realização do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Além da comercialização de alimentos saudáveis, oriundos da agricultura familiar, a atividade também debate a agroecologia e o acesso a direitos fundamentais, incluindo, ainda, programação musical e artesanato. As secretarias de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) e de Desenvolvimento Rural (SDR) participaram da abertura dos trabalhos, ocorrida nesta quinta-feira (11).
A titular da Sepromi, Fabya Reis, destacou que o evento acontece num emblemático mês, quando acontece o Agosto da Igualdade, calendário que resgata os 218 anos da Revolta dos Búzios. “Esta praça traz uma simbologia muito grande, pois sediou a execução dos revoltosos deste movimento iniciado em 1798. Hoje o espaço é ‘resignificado’, através da presença de trabalhadores rurais, que mantém viva a luta pela transformação social na luta pela reforma agrária”, afirmou a gestora, lembrando que o Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa da Bahia prevê um conjunto de medidas do capitulo dedicado ao acesso à terra, associado à política de promoção da igualdade racial.
O secretário de Desenvolvimento Rural (SDR), Jerônimo Rodrigues, que representou o governador Rui Costa, afirmou que a feira também é uma oportunidade de discutir a forma de produção de alimentos. "Apesar da dificuldade na realização da reforma agrária no país, eventos como esse nos deixam orgulhosos e serve de referência, porque por trás de cada barraca dessa feira há um conjunto de valores, através de alimentos de qualidade", ressaltou. A superintendente de Políticas Territoriais e Reforma Agrária (Sutrag/SDR), Renata Rossi, também esteve presente, destacando que trata-se de uma oportunidade para famílias soteropolitanas adquirirem livres de agrotóxicos, com preços justos.
O dirigente nacional do MST, Evanildo Costa, informou que somente no primeiro dia do evento já foram comercializados mais de 20 mil quilos de produtos. “É fundamental debater nossos temas com a sociedade soteropolitana, importante no apoio ao processo de reforma agrária”, pontuou. Elizabeth Rocha, também da direção nacional do MST, falou que a agroecologia e a produção de alimentos saudáveis como pilares para a construção de uma ampla reforma no modelo de produção brasileiro. “É um instrumento de luta em defesa da vida”, disse.
A titular da Sepromi, Fabya Reis, destacou que o evento acontece num emblemático mês, quando acontece o Agosto da Igualdade, calendário que resgata os 218 anos da Revolta dos Búzios. “Esta praça traz uma simbologia muito grande, pois sediou a execução dos revoltosos deste movimento iniciado em 1798. Hoje o espaço é ‘resignificado’, através da presença de trabalhadores rurais, que mantém viva a luta pela transformação social na luta pela reforma agrária”, afirmou a gestora, lembrando que o Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa da Bahia prevê um conjunto de medidas do capitulo dedicado ao acesso à terra, associado à política de promoção da igualdade racial.
O secretário de Desenvolvimento Rural (SDR), Jerônimo Rodrigues, que representou o governador Rui Costa, afirmou que a feira também é uma oportunidade de discutir a forma de produção de alimentos. "Apesar da dificuldade na realização da reforma agrária no país, eventos como esse nos deixam orgulhosos e serve de referência, porque por trás de cada barraca dessa feira há um conjunto de valores, através de alimentos de qualidade", ressaltou. A superintendente de Políticas Territoriais e Reforma Agrária (Sutrag/SDR), Renata Rossi, também esteve presente, destacando que trata-se de uma oportunidade para famílias soteropolitanas adquirirem livres de agrotóxicos, com preços justos.
O dirigente nacional do MST, Evanildo Costa, informou que somente no primeiro dia do evento já foram comercializados mais de 20 mil quilos de produtos. “É fundamental debater nossos temas com a sociedade soteropolitana, importante no apoio ao processo de reforma agrária”, pontuou. Elizabeth Rocha, também da direção nacional do MST, falou que a agroecologia e a produção de alimentos saudáveis como pilares para a construção de uma ampla reforma no modelo de produção brasileiro. “É um instrumento de luta em defesa da vida”, disse.