24/10/2016
Em reunião na Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Estado (Sepromi), nesta segunda-feira (24), a titular da pasta, Fabya Reis, e o diretor-geral do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac), João Carlos Cruz, articularam parcerias para preservação dos patrimônios materiais e imateriais da Bahia, com foco nos povos e comunidades tradicionais. Como medida de desdobramento das discussões os órgãos planejam a formalização de um termo de compromisso para desenvolvimento de ações na área.
No conjunto das pautas destacam-se obras para conservação de terreiros, que, segundo o diretor-geral do Ipac, precisam estar associadas a outras iniciativas, “a exemplo de oficinas e sinalização, em articulação com outras secretarias estaduais”. Também foi discutida a recuperação da sede do Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra (CDCN), além de atividades relacionadas ao Novembro Negro, com elaboração de revista e exibição de documentários no próximo ano.
“O diálogo com o Ipac, na busca pela transversalização das políticas públicas, é fundamental para garantirmos a preservação dos modos de vida dos nossos povos e comunidades tradicionais, dando condições à continuidade dos seus ritos e manifestações culturais”, disse a titular da Sepromi. A partir da parceria está previsto, ainda, um seminário sobre tombamento e registro especial.
Patrimônio
O tombamento é um procedimento administrativo do poder público aplicado ao patrimônio cultural de natureza material, que pode ser imóvel, a exemplo de fortificações, ou móvel, como objetos religiosos e obras de arte. Já o registro especial é destinado à patrimônio imaterial, como capoeira e ofício das baianas. Ambos são instrumentos de proteção e possuem, a depender do pleito, critérios como raridade, universalidade e autenticidade, além de dinamismo, relevância do bem e referência cultural. Durante a reunião entre Sepromi e Ipac ficou acordada a realização de um seminário que abordará as diferenças entre patrimônio e registro, além da importância desse último para salvaguarda de culturas e tradições dos povos e comunidades tradicionais.
No conjunto das pautas destacam-se obras para conservação de terreiros, que, segundo o diretor-geral do Ipac, precisam estar associadas a outras iniciativas, “a exemplo de oficinas e sinalização, em articulação com outras secretarias estaduais”. Também foi discutida a recuperação da sede do Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra (CDCN), além de atividades relacionadas ao Novembro Negro, com elaboração de revista e exibição de documentários no próximo ano.
“O diálogo com o Ipac, na busca pela transversalização das políticas públicas, é fundamental para garantirmos a preservação dos modos de vida dos nossos povos e comunidades tradicionais, dando condições à continuidade dos seus ritos e manifestações culturais”, disse a titular da Sepromi. A partir da parceria está previsto, ainda, um seminário sobre tombamento e registro especial.
Patrimônio
O tombamento é um procedimento administrativo do poder público aplicado ao patrimônio cultural de natureza material, que pode ser imóvel, a exemplo de fortificações, ou móvel, como objetos religiosos e obras de arte. Já o registro especial é destinado à patrimônio imaterial, como capoeira e ofício das baianas. Ambos são instrumentos de proteção e possuem, a depender do pleito, critérios como raridade, universalidade e autenticidade, além de dinamismo, relevância do bem e referência cultural. Durante a reunião entre Sepromi e Ipac ficou acordada a realização de um seminário que abordará as diferenças entre patrimônio e registro, além da importância desse último para salvaguarda de culturas e tradições dos povos e comunidades tradicionais.