16/03/2016
Na primeira reunião anual do pleno do Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra (CDCN), realizada nesta quarta-feira (16), no bairro do Pelourinho, em Salvador, foi decidido que o planejamento estratégico do órgão terá como foco a Década Internacional Afrodescendente na Bahia, que prevê um conjunto de iniciativas voltadas às comunidades negras até 2024. Para elaboração do documento, que norteará as ações do CDCN, será promovido um encontro no dia 16 de abril com a participação dos seus integrantes e representantes de outras instituições ligadas à temática.
“O planejamento é fundamental para sistematizar as medidas e incorporar a Década na agenda do Conselho, articulando com outros segmentos da sociedade civil e do poder público”, disse Jucy Silva, do Instituto Cultural Steve Biko, que faz parte da comissão responsável pelo evento. A presidente do CDCN e secretária estadual de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Vera Lúcia Barbosa, falou que a deliberação “fortalece a proposta lançada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e aderida pelo Governo da Bahia, devendo envolver os diversos segmentos representados no órgão consultivo”.
Para a vice-presidente do CDCN, Mãe Jaciara Ribeiro, o assunto precisa ser discutido no interior baiano, “nas escolas, quilombos, terreiros, entre outros espaços de vivência dos povos e comunidades tradicionais”. Na oportunidade também foi destacado o novo processo eleitoral do órgão. As inscrições seguem até 22 de março, com vagas para profissionais de imprensa e comunidade acadêmica, conforme edital publicado no www.sepromi.ba.gov.br. São oferecidas duas vagas, uma para cada segmento, com direito à suplência, mandato de dois anos e possibilidade de recondução.
Os representantes devem ser indicados e, posteriormente, votados por instituições legalmente constituídas há pelo menos três anos e com comprovada atuação no campo do combate ao racismo para a promoção da igualdade racial. Com 28 anos de existência, o CDCN é formado por 21 conselheiros, sendo 6 do poder público e 15 da sociedade civil, com igual número de suplentes, envolvendo ainda os segmentos de afoxé, quilombo rural, capoeira, quilombo educacional, mulher negra, juventude, irmandade, cristão, religião de matriz africana, bloco afro e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA).
“O planejamento é fundamental para sistematizar as medidas e incorporar a Década na agenda do Conselho, articulando com outros segmentos da sociedade civil e do poder público”, disse Jucy Silva, do Instituto Cultural Steve Biko, que faz parte da comissão responsável pelo evento. A presidente do CDCN e secretária estadual de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Vera Lúcia Barbosa, falou que a deliberação “fortalece a proposta lançada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e aderida pelo Governo da Bahia, devendo envolver os diversos segmentos representados no órgão consultivo”.
Para a vice-presidente do CDCN, Mãe Jaciara Ribeiro, o assunto precisa ser discutido no interior baiano, “nas escolas, quilombos, terreiros, entre outros espaços de vivência dos povos e comunidades tradicionais”. Na oportunidade também foi destacado o novo processo eleitoral do órgão. As inscrições seguem até 22 de março, com vagas para profissionais de imprensa e comunidade acadêmica, conforme edital publicado no www.sepromi.ba.gov.br. São oferecidas duas vagas, uma para cada segmento, com direito à suplência, mandato de dois anos e possibilidade de recondução.
Os representantes devem ser indicados e, posteriormente, votados por instituições legalmente constituídas há pelo menos três anos e com comprovada atuação no campo do combate ao racismo para a promoção da igualdade racial. Com 28 anos de existência, o CDCN é formado por 21 conselheiros, sendo 6 do poder público e 15 da sociedade civil, com igual número de suplentes, envolvendo ainda os segmentos de afoxé, quilombo rural, capoeira, quilombo educacional, mulher negra, juventude, irmandade, cristão, religião de matriz africana, bloco afro e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA).