16/11/2016
Onze projetos voltados à salvaguarda de templos religiosos de matriz africana tombados ou em processo de tombamento foram apresentados nesta quarta-feira (16), na Universidade Federal da Bahia (Ufba), em Salvador. A atividade, organizada pela Escola de Administração da Ufba, contou com a presença dos participantes do Curso de Extensão de Gestão da Salvaguarda do Patrimônio Cultural da Comunidades de Terreiro, vinculado à instituição de ensino, além de representantes da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), do Instituto Nacional Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), autarquia do Ministério da Cultura (MinC), e da sociedade civil.
Para a titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, os trabalhos apresentados contribuem para o reconhecimento e manutenção dos legados das religiões afro-brasileiras. “É uma importante iniciativa, inclusive de produção do conhecimento pelos povos de terreiro. Do ponto de vista da gestão pública, estes planos poderão orientar, sem dúvidas, a aplicação e articulação das políticas voltadas à preservação do patrimônio material e imaterial destas comunidades tradicionais”, ressaltou a secretária. Ela destacou, ainda, marcos legais recentes que tratam de medidas nesta área, a exemplo do Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa.
O orientador dos trabalhos, professor André Luis Nascimento, considerou que os projetos são significativos para os terreiros de candomblé e sua gestão de futuro. “Para além dos planejamentos e programas públicos, estas comunidades precisam ter as respostas para a gestão das suas comunidades nos próximos anos, no que diz respeito ao patrimônio, à própria comunidades, bem como do meio ambiente, por exemplo. Vamos buscar publicar estas documentos, fazendo proposições nas esferas federais e estaduais”. Os projetos, apresentados ao longo do dia, são destinados à salvaguarda dos terreiros Bate Folha, Casa de Oxumarê, Tumbeci, Tumba Jussara, Gantois, Opô Afonjá, Pilão de Prata, Casa Branca, Mokambo, Lemba e Agboula.
Para a titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, os trabalhos apresentados contribuem para o reconhecimento e manutenção dos legados das religiões afro-brasileiras. “É uma importante iniciativa, inclusive de produção do conhecimento pelos povos de terreiro. Do ponto de vista da gestão pública, estes planos poderão orientar, sem dúvidas, a aplicação e articulação das políticas voltadas à preservação do patrimônio material e imaterial destas comunidades tradicionais”, ressaltou a secretária. Ela destacou, ainda, marcos legais recentes que tratam de medidas nesta área, a exemplo do Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa.
O orientador dos trabalhos, professor André Luis Nascimento, considerou que os projetos são significativos para os terreiros de candomblé e sua gestão de futuro. “Para além dos planejamentos e programas públicos, estas comunidades precisam ter as respostas para a gestão das suas comunidades nos próximos anos, no que diz respeito ao patrimônio, à própria comunidades, bem como do meio ambiente, por exemplo. Vamos buscar publicar estas documentos, fazendo proposições nas esferas federais e estaduais”. Os projetos, apresentados ao longo do dia, são destinados à salvaguarda dos terreiros Bate Folha, Casa de Oxumarê, Tumbeci, Tumba Jussara, Gantois, Opô Afonjá, Pilão de Prata, Casa Branca, Mokambo, Lemba e Agboula.