10/11/2016
O centro de Salvador sediará no próximo domingo (13) mais uma edição da Marcha do Empoderamento Crespo. O ato, que tem concentração marcada para 12hs no Campo Grande, seguirá até a Praça Castro Alves, reunindo representantes do movimento estudantil, feministas, ativistas do movimento negro, artistas e profissionais de diversas áreas. Carro de som, percussão, dança, faixas e palavras de ordem animarão a atividade, que propaga a defesa dos direitos das mulheres, o enfrentamento à violência sexista e racial, dentre outras pautas.
“Temos uma expetativa bastante otimista. A Marcha faz parte, inclusive, do conjunto de mobilizações do Novembro Negro, este mês tão emblemático. É mais um movimento que vem somar à luta do povo negro”, disse a historiadora Andréa Souza, uma das organizadoras da atividade.
“Trabalhar com a questão da estética e do cabelo foi uma das formas que encontramos para identificar mais um espectro da luta antirracista” destacou a doutora em Educação Ive Guedes, também à frente da mobilização. Ela ressaltou que a discriminação racial e a violência de gênero “agridem, silenciam e excluem das oportunidades”, colocando em risco, principalmente, as mulheres e a população negra.
A titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, que recebeu as representantes da Marcha nesta quinta-feira (10), afirmou que “o movimento consolidou-se como referência no trabalho pela visibilidade das mulheres, da juventude negra, além da elevação da autoestima do povo negro, colocando o empoderamento negro na ordem do dia". De acordo com as organizadoras, 6 mil pessoas deverão participar da Marcha do Empoderamento Crespo, que mais uma vez conta com apoio da Sepromi.
“Temos uma expetativa bastante otimista. A Marcha faz parte, inclusive, do conjunto de mobilizações do Novembro Negro, este mês tão emblemático. É mais um movimento que vem somar à luta do povo negro”, disse a historiadora Andréa Souza, uma das organizadoras da atividade.
“Trabalhar com a questão da estética e do cabelo foi uma das formas que encontramos para identificar mais um espectro da luta antirracista” destacou a doutora em Educação Ive Guedes, também à frente da mobilização. Ela ressaltou que a discriminação racial e a violência de gênero “agridem, silenciam e excluem das oportunidades”, colocando em risco, principalmente, as mulheres e a população negra.
A titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, que recebeu as representantes da Marcha nesta quinta-feira (10), afirmou que “o movimento consolidou-se como referência no trabalho pela visibilidade das mulheres, da juventude negra, além da elevação da autoestima do povo negro, colocando o empoderamento negro na ordem do dia". De acordo com as organizadoras, 6 mil pessoas deverão participar da Marcha do Empoderamento Crespo, que mais uma vez conta com apoio da Sepromi.