16/08/2021
A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) está acompanhando a denúncia de intolerância religiosa sofrida pela yalorixá Jaciara Ribeiro, do Ilâ Axé Abassá de Ogum. De acordo com a denúncia, a liderança teve seu direito de trânsito e manifestação de fé violados numa da Caixa Econômica Federal localizada no bairro de Itapuã, em Salvador, em virtude de suas roupas, contas e turbante, elementos sagrados próprios das pessoas ligadas às religiões de matriz africana.
A Sepromi, após ser acionada através do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, visitou yalorixá na última sexta-feira (13), sendo representada pela coordenadora do órgão, Maíra Vida, que colheu o relato e procedeu as primeiras orientações e informou do acompanhamento do caso no caráter afministrativo e/ou judicial.
Em tempo, a Sepromi informa que as vítimas de intolerância religiosa ou racismo podem procurar o suporte do Centro de Referência Nelson Mandela, serviço gratuito em funcionamento desde 2013. Os casos recepcionados são acompanhados, sendo direcionados também à Rede de Combate ao Racismo do Estado da Bahia, colegiado composto por diversos órgãos. O telefone para contato é o 71 3117-7448.
A Sepromi, após ser acionada através do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, visitou yalorixá na última sexta-feira (13), sendo representada pela coordenadora do órgão, Maíra Vida, que colheu o relato e procedeu as primeiras orientações e informou do acompanhamento do caso no caráter afministrativo e/ou judicial.
Em tempo, a Sepromi informa que as vítimas de intolerância religiosa ou racismo podem procurar o suporte do Centro de Referência Nelson Mandela, serviço gratuito em funcionamento desde 2013. Os casos recepcionados são acompanhados, sendo direcionados também à Rede de Combate ao Racismo do Estado da Bahia, colegiado composto por diversos órgãos. O telefone para contato é o 71 3117-7448.