07/06/2016
A Cipó – Comunicação Interativa e o Coletivo de Entidades Negras (CEN) foram as organizações escolhidas pela sociedade civil para representar o segmento de imprensa no Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra (CDCN), órgão vinculado à Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Estado (Sepromi).
As instituições revezarão a titularidade, na respectiva ordem, conforme acordo durante a assembleia de eleições, realizada em abril. Os novos integrantes, Eduardo Machado (Cipó) e Yuri Silva (CEN), foram empossados na manhã desta terça-feira (07), no gabinete da Sepromi, em Salvador. O mandato é de dois anos e pode ser renovado.
O representante da Cipó abordou, no ato de posse, a necessidade de tornar o espaço conhecido pelas comunidades periféricas e ocupado pela juventude negra. “A nossa intenção é empoderar esse colegiado para execução de políticas públicas reparatórias e elevar a autoestima e a consciência negra em nosso estado”, disse Eduardo Machado.
Já Yuri Silva, do CEN, falou sobre a importância da organização das entidades do movimento negro. “Precisamos fortalecer esses espaços que já desenvolvem ações para a população negra e têm atuado nas comunidades”. Ele também reiterou que a comunicação precisa ser trabalhada como “instrumento de luta da causa racial em oposição à ‘mídia capitalista’ que foca na degradação da imagem do povo negro”.
A secretária estadual de Promoção da Igualdade Racial, Vera Lúcia Barbosa, deu as boas vindas aos novos integrantes, destacando o protagonismo da sociedade civil e a importância das contribuições do segmento de imprensa no planejamento estratégico da Década Estadual Afrodescendente. Também falou sobre os últimos processos eleitorais do conselho, em 2015 e 2016, com a renovação, ainda, das cadeiras de antropólogos, sociólogos, blocos afro, mulheres negras, juventude, religiões de matriz africana e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Sobre o Conselho
Com 28 anos de existência, o CDCN é formado por 21 conselheiros, sendo 6 do poder público e 15 da sociedade civil, com igual número de suplentes, envolvendo ainda os segmentos de afoxé, quilombo rural, capoeira, quilombo educacional, mulher negra, juventude, irmandade, cristão, religião de matriz africana, bloco afro, comunidade acadêmica e órgãos de classe.
Sua finalidade é estudar, propor e acompanhar as medidas de relacionamento dos órgãos governamentais com a população negra, além do controle social, visando resgatar o direito à sua cidadania plena e participação na sociedade. A relação completa dos conselheiros está disponível no www.sepromi.ba.gov.br.
O conselho, para Eduardo Machado, é “um espaço de controle social que precisa ser levado a sério e dar voz à comunicação comunitária, aos produtores culturais alternativos, à mídia negra, por meio da atuação conjunta de seus integrantes, reconhecendo a importância das iniciativas para a comunicação”.
As instituições revezarão a titularidade, na respectiva ordem, conforme acordo durante a assembleia de eleições, realizada em abril. Os novos integrantes, Eduardo Machado (Cipó) e Yuri Silva (CEN), foram empossados na manhã desta terça-feira (07), no gabinete da Sepromi, em Salvador. O mandato é de dois anos e pode ser renovado.
O representante da Cipó abordou, no ato de posse, a necessidade de tornar o espaço conhecido pelas comunidades periféricas e ocupado pela juventude negra. “A nossa intenção é empoderar esse colegiado para execução de políticas públicas reparatórias e elevar a autoestima e a consciência negra em nosso estado”, disse Eduardo Machado.
Já Yuri Silva, do CEN, falou sobre a importância da organização das entidades do movimento negro. “Precisamos fortalecer esses espaços que já desenvolvem ações para a população negra e têm atuado nas comunidades”. Ele também reiterou que a comunicação precisa ser trabalhada como “instrumento de luta da causa racial em oposição à ‘mídia capitalista’ que foca na degradação da imagem do povo negro”.
A secretária estadual de Promoção da Igualdade Racial, Vera Lúcia Barbosa, deu as boas vindas aos novos integrantes, destacando o protagonismo da sociedade civil e a importância das contribuições do segmento de imprensa no planejamento estratégico da Década Estadual Afrodescendente. Também falou sobre os últimos processos eleitorais do conselho, em 2015 e 2016, com a renovação, ainda, das cadeiras de antropólogos, sociólogos, blocos afro, mulheres negras, juventude, religiões de matriz africana e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Sobre o Conselho
Com 28 anos de existência, o CDCN é formado por 21 conselheiros, sendo 6 do poder público e 15 da sociedade civil, com igual número de suplentes, envolvendo ainda os segmentos de afoxé, quilombo rural, capoeira, quilombo educacional, mulher negra, juventude, irmandade, cristão, religião de matriz africana, bloco afro, comunidade acadêmica e órgãos de classe.
Sua finalidade é estudar, propor e acompanhar as medidas de relacionamento dos órgãos governamentais com a população negra, além do controle social, visando resgatar o direito à sua cidadania plena e participação na sociedade. A relação completa dos conselheiros está disponível no www.sepromi.ba.gov.br.
O conselho, para Eduardo Machado, é “um espaço de controle social que precisa ser levado a sério e dar voz à comunicação comunitária, aos produtores culturais alternativos, à mídia negra, por meio da atuação conjunta de seus integrantes, reconhecendo a importância das iniciativas para a comunicação”.