22/08/2020
Foi realizada nesta sexta-feira (21) a 31ª reunião ordinária da Comissão Estadual para a Sustentabilidade dos Povos e Comunidades Tradicionais (CESPCT). O encontro aconteceu de maneira virtual por conta da pandemia de Covid-19. A reunião foi dirigida pela presidenta do colegiado e titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, contando com membros da sociedade civil, poder público e representações convidadas.
Nos pontos de pauta estavam informes sobre ações governamentais no período da pandemia, especialmente destinadas à população negra, aos povos e comunidades tradicionais; o lançamento recente do mapeamento de comunidades de fundos e fechos de pasto, numa parceria entre Sepromi e UFBA; bem como as atividades alusivas ao Agosto da Igualdade e projetos estruturantes no entorno das comunidades tradicionais.
A presidenta do colegiado ainda falou do Edital da Década Afrodescendente, cujo prazo de inscrição de projetos encerra na próxima segunda-feira (24). “A chamada pública faz parte do nosso esforço para dar condições de atravessar este momento de crise, como uma oportunidade de viabilizar iniciativas com foco no fortalecimento de atividades econômicas da população negra, dos povos e comunidades tradicionais”, destacou Fabya Reis.
A reunião tratou, também, de assuntos relativos ao projeto de implantação de estação elevatória de esgoto no Parque Metropolitano do Abaeté e ao projeto voltado à energia eólica, iniciativa chamada “Corredores de Vento”. Sobre este último, a Coordenação de Desenvolvimento Agrário (CDA) apresentou instrução normativa relacionada ao contexto dos projetos, quando foi possível tirar dúvidas e encaminhamentos para avançar nas tratativas.
Fabya Reis avalia a reunião como mais um avanço dos diálogos. “Este foi, sem dúvidas, um encontro com a rica presença e escuta entre sociedade civil e poder público, fortalecendo o caminho do diálogo, nas mediações necessárias e encaminhamentos para amadurecermos diversos debates. Este tem sido o papel da Sepromi e deste colegiado”, completou Fabya.
No âmbito da sociedade civil integraram a reunião representantes dos segmentos de terreiro, de comunidades quilombolas, de fundos e fechos de pasto e geraizeiros. Pelo poder público participaram, além da Sepromi, Seagri, SEC, SPM, Secult, Sedur, Sema, Serin, Sesab, Seplan, Seinfra, Setre, SDE, SIHS, Inema, CDA e Ministério Público do Estado.
Nos pontos de pauta estavam informes sobre ações governamentais no período da pandemia, especialmente destinadas à população negra, aos povos e comunidades tradicionais; o lançamento recente do mapeamento de comunidades de fundos e fechos de pasto, numa parceria entre Sepromi e UFBA; bem como as atividades alusivas ao Agosto da Igualdade e projetos estruturantes no entorno das comunidades tradicionais.
A presidenta do colegiado ainda falou do Edital da Década Afrodescendente, cujo prazo de inscrição de projetos encerra na próxima segunda-feira (24). “A chamada pública faz parte do nosso esforço para dar condições de atravessar este momento de crise, como uma oportunidade de viabilizar iniciativas com foco no fortalecimento de atividades econômicas da população negra, dos povos e comunidades tradicionais”, destacou Fabya Reis.
A reunião tratou, também, de assuntos relativos ao projeto de implantação de estação elevatória de esgoto no Parque Metropolitano do Abaeté e ao projeto voltado à energia eólica, iniciativa chamada “Corredores de Vento”. Sobre este último, a Coordenação de Desenvolvimento Agrário (CDA) apresentou instrução normativa relacionada ao contexto dos projetos, quando foi possível tirar dúvidas e encaminhamentos para avançar nas tratativas.
Fabya Reis avalia a reunião como mais um avanço dos diálogos. “Este foi, sem dúvidas, um encontro com a rica presença e escuta entre sociedade civil e poder público, fortalecendo o caminho do diálogo, nas mediações necessárias e encaminhamentos para amadurecermos diversos debates. Este tem sido o papel da Sepromi e deste colegiado”, completou Fabya.
No âmbito da sociedade civil integraram a reunião representantes dos segmentos de terreiro, de comunidades quilombolas, de fundos e fechos de pasto e geraizeiros. Pelo poder público participaram, além da Sepromi, Seagri, SEC, SPM, Secult, Sedur, Sema, Serin, Sesab, Seplan, Seinfra, Setre, SDE, SIHS, Inema, CDA e Ministério Público do Estado.