17/06/2016
A Caravana da Igualdade/Diálogos Formativos está no município de Boa Vista do Tupim, desde ontem (16), como parte dos esforços e políticas do Governo do Estado no enfrentamento às práticas discriminatórias e racistas no âmbito da estrutura educacional, assim como no combate ao sexismo e à homofobia. Além de educadores, participam das atividades agentes comunitários de saúde, psicólogos, assistentes sociais, conselheiros tutelares, entre outros profissionais, que poderão multiplicar o conhecimento nas suas áreas.
A equipe do projeto voltará em julho para realização de oficinas, ampliando a formação dos profissionais. Estão presentes os técnicos das Secretarias de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Cristiano Lima, da Educação (SEC), Érica Barbosa, e do Trabalho, Emprego Renda e Esporte (Setre), Vidal Campos, pastas responsáveis pela iniciativa, além do prefeito João Durval Trabuco (Gidu) e outros representantes municipais.
Mais de 50 municípios já foram visitados pela Caravana, que está em sua terceira edição. A programação inclui bate-papo sobre o Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa do Estado, em especial o capítulo do direito à educação, Plano Juventude Viva e Década Estadual Afrodescendente.Nos trabalhos, há ainda um debate sobre o uso do nome social de estudantes travestis e transexuais nas unidades de ensino da Bahia.
A equipe do projeto voltará em julho para realização de oficinas, ampliando a formação dos profissionais. Estão presentes os técnicos das Secretarias de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Cristiano Lima, da Educação (SEC), Érica Barbosa, e do Trabalho, Emprego Renda e Esporte (Setre), Vidal Campos, pastas responsáveis pela iniciativa, além do prefeito João Durval Trabuco (Gidu) e outros representantes municipais.
Mais de 50 municípios já foram visitados pela Caravana, que está em sua terceira edição. A programação inclui bate-papo sobre o Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa do Estado, em especial o capítulo do direito à educação, Plano Juventude Viva e Década Estadual Afrodescendente.Nos trabalhos, há ainda um debate sobre o uso do nome social de estudantes travestis e transexuais nas unidades de ensino da Bahia.