15/08/2017
Nesta terça-feira (15) lembra-se o nascimento de Martin Luther King Jr, pastor protestante e ativista político estadunidense. Nascido em Atlanta, no ano de 1929, tornou-se um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos e no mundo, com uma campanha pela não violência e de amor ao próximo.
Ele liderou, em 1955, o boicote aos ônibus de Montgomery, após um ato discriminatório a uma passageira negra. Em sua trajetória também liderou uma série de outros protestos em diversas cidades norte-americanas contra a segregação racial em espaços públicos e pelos direitos civis do negro.
Dentre os movimentos sob sua liderança está a “Marcha para Washington”, em 1963, onde fez o emblemático discurso "I Have a Dream" (Eu tenho um sonho), quando conclamou por uma sociedade de liberdade e igualdade racial. O manifesto contou com a participação de mais de 200 mil pessoas. Aos 35 anos, mais uma vez entrando para a história, Luther King foi contemplado com o Nobel da Paz, sendo o mais jovem ganhador desta prêmio.
Nos anos que antecederam a sua morte ele expandiu seu foco para incluir a pobreza e a Guerra do Vietnã, com um discurso de 1967 intitulado "Além do Vietnã".
King foi assassinado em 4 de abril de 1968, em Memphis, Tennessee. Ele recebeu postumamente a Medalha Presidencial da Liberdade, em 1977, e teve um dia dedicado à sua memória, o “Dia de Martin Luther King Jr”, estabelecido como feriado federal dos Estados Unidos em 1986.
A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) destaca que a luta de Luther King significou um marco histórico na defesa pelos direitos civis do povo negro, pela pacificação e direitos humanos, influenciando em todo o mundo. Aliado ao conjunto de heróis e heroínas da história da luta racial, sua caminhada deixa grandes legados para o ativismo e atuação no combate ao racismo e políticas afirmativas.
Ele liderou, em 1955, o boicote aos ônibus de Montgomery, após um ato discriminatório a uma passageira negra. Em sua trajetória também liderou uma série de outros protestos em diversas cidades norte-americanas contra a segregação racial em espaços públicos e pelos direitos civis do negro.
Dentre os movimentos sob sua liderança está a “Marcha para Washington”, em 1963, onde fez o emblemático discurso "I Have a Dream" (Eu tenho um sonho), quando conclamou por uma sociedade de liberdade e igualdade racial. O manifesto contou com a participação de mais de 200 mil pessoas. Aos 35 anos, mais uma vez entrando para a história, Luther King foi contemplado com o Nobel da Paz, sendo o mais jovem ganhador desta prêmio.
Nos anos que antecederam a sua morte ele expandiu seu foco para incluir a pobreza e a Guerra do Vietnã, com um discurso de 1967 intitulado "Além do Vietnã".
King foi assassinado em 4 de abril de 1968, em Memphis, Tennessee. Ele recebeu postumamente a Medalha Presidencial da Liberdade, em 1977, e teve um dia dedicado à sua memória, o “Dia de Martin Luther King Jr”, estabelecido como feriado federal dos Estados Unidos em 1986.
A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) destaca que a luta de Luther King significou um marco histórico na defesa pelos direitos civis do povo negro, pela pacificação e direitos humanos, influenciando em todo o mundo. Aliado ao conjunto de heróis e heroínas da história da luta racial, sua caminhada deixa grandes legados para o ativismo e atuação no combate ao racismo e políticas afirmativas.