19/07/2017
O secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, Carlos Martins, recebeu, nesta quarta-feira, um grupo de amigos e familiares do professor aposentado da Universidade Federal da Bahia (Ufba) Marcus Vinicius de Oliveira Silva, 57 anos, conhecido como professor Matraga, assassinado em fevereiro de 2016, no povoado de Pirajuía, em Jaguaripe, na região do Recôncavo baiano.
O grupo formado pela viúva do professor, seu irmão, sua ex-esposa e representações de diversas entidades, como o vice-reitor da Universidade Federal da Bahia, Paulo Miguez, da diretora da escola de psicologia da UFBA, Ilka Bichara, da vereadora de Salvador, Aladilce Souza, além de representantes do Conselho Federal de Psicologia, da APUB, do DCE da UFBA, da Associação de Direitos dos Trabalhadores Rurais e do Movimento Nacional de Luta Antimanicomial, apresentou demandas em relação ao acompanhamento do processo.
Além do secretário Carlos Martins, o superintendente de Direitos Humanos (SUDH), Emiliano José, e a promotora de Justiça, Márcia Teixeira, do Centro de Apoio de Direitos Humanos do Ministério Público da Bahia, também participaram do encontro. Emiliano apresentou aos presentes as últimas informações sobre o caso solicitadas junto à Secretaria de Segurança Pública.
O secretário destacou o empenho da Segurança Pública do Estado na resolução do caso e destacou que o grupo tem na SJDHDS, uma parceira da resolução do crime, cujo suspeito de ser o mandante está preso em Salvador, por tráfico de drogas. “Podem contar com a Secretaria de Justiça na cobrança da resolução desse caso. É importante termos hoje nesta mesa além de vocês, amigos e familiares, a presença do Ministério Público, representado pela doutora Márcia. Estamos atentos e junto a vocês trabalhando para que a morte do professor, uma voz ativa em defesa dos direitos humanos, não tenha sido em vão”, disse Martins. O secretário ainda propôs a formação de uma comissão para o acompanhamento mais próximo dos passos da investigação junto à SSP.
Professor aposentado do curso de Psicologia da Ufba, Marcus Matraga foi um importante militante da luta antimanicomial no país. Nos últimos anos, ele mediava conflitos de terra entre indígenas e fazendeiros
O grupo formado pela viúva do professor, seu irmão, sua ex-esposa e representações de diversas entidades, como o vice-reitor da Universidade Federal da Bahia, Paulo Miguez, da diretora da escola de psicologia da UFBA, Ilka Bichara, da vereadora de Salvador, Aladilce Souza, além de representantes do Conselho Federal de Psicologia, da APUB, do DCE da UFBA, da Associação de Direitos dos Trabalhadores Rurais e do Movimento Nacional de Luta Antimanicomial, apresentou demandas em relação ao acompanhamento do processo.
Além do secretário Carlos Martins, o superintendente de Direitos Humanos (SUDH), Emiliano José, e a promotora de Justiça, Márcia Teixeira, do Centro de Apoio de Direitos Humanos do Ministério Público da Bahia, também participaram do encontro. Emiliano apresentou aos presentes as últimas informações sobre o caso solicitadas junto à Secretaria de Segurança Pública.
O secretário destacou o empenho da Segurança Pública do Estado na resolução do caso e destacou que o grupo tem na SJDHDS, uma parceira da resolução do crime, cujo suspeito de ser o mandante está preso em Salvador, por tráfico de drogas. “Podem contar com a Secretaria de Justiça na cobrança da resolução desse caso. É importante termos hoje nesta mesa além de vocês, amigos e familiares, a presença do Ministério Público, representado pela doutora Márcia. Estamos atentos e junto a vocês trabalhando para que a morte do professor, uma voz ativa em defesa dos direitos humanos, não tenha sido em vão”, disse Martins. O secretário ainda propôs a formação de uma comissão para o acompanhamento mais próximo dos passos da investigação junto à SSP.
Professor aposentado do curso de Psicologia da Ufba, Marcus Matraga foi um importante militante da luta antimanicomial no país. Nos últimos anos, ele mediava conflitos de terra entre indígenas e fazendeiros