Secretaria participa de Encontro de Direitos Humanos da Polícia Rodoviária

15/12/2015
A Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (Justiça Social), por meio da Coordenação do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Trabalho Escravo e da Superintendência de Direitos da Pessoa com Deficiência, participou do Encontro Nacional de Direitos Humanos, realizado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), entre 15 e 17 de dezembro, no auditório do Centro Militar de Convenções da Aeronáutica, em Salvador.

.

Para o coordenador Admar Fontes Júnior, “o Encontro Nacional de Direitos Humanos servirá de motivação para os servidores dos diversos estados aqui presentes, que irão replicar as experiências e atividades realizadas durante o evento, incentivando seus colegas ao desenvolvimento humano, com base nos princípios da ética, moral, justiça, cidadania e respeito à legalidade, buscando sempre resultado da promoção aos direitos humanos”.

O Encontro teve como objetivo discutir os diversos eixos de atuação em direitos humanos, com os representantes de comissões regionais, que serão multiplicadores das ações promovidas pela PRF. Para a presidente da Comissão Nacional, Márcia Freitas, “o evento alinhará os procedimentos das ações de direitos humanos e cidadania, e traçar as diretrizes, que nortearão os cursos de capacitação dos membros das comissões regionais. ”

PALESTRA

O superintendente dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Alexandre Barone, foi um dos convidados do encontro para palestrar, na tarde de quarta-feira (16), sobre a temática Segurança Pública para os Deficientes. Na ocasião, os representantes de comissões regionais da PRF puderam saber do histórico, atribuições e as ações realizadas pela superintendência na luta do direito dos deficientes.

Baroni destacou a relevância do Encontro Nacional de Direitos Humanos em abordar a temática, pois sabe que é um assunto ainda pouco discutido na sociedade. “A cultura da exclusão e invisibilidade em relação a pessoa com deficiência está presente em todas as partes da sociedade. Os gestores públicos têm que mudar o paradigma de inclusão e acessibilidade universal para as pessoas com deficiência e mobilidade reduzidas por determinação da lei. Quando isso acontecer, o Estado dará um posso importância para a efetivação real dos direitos humanos”, falou.