20/07/2021
Ameaçados de morte, lideranças do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MSTS) estiveram na Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social da Bahia (SJDHDS), nesta terça-feira (20). Recebidos pelo superintendente de Direitos Humanos, Jones Carvalho, relataram as constantes ameaças sofridas em decorrência de disputa de terra na comunidade Açu da Capybara, em Arembepe, no município de Camaçari.
Genival Santos Souza, presidente da Associação de Assu da Capybara e a vice-presidente, Maria Gomes, buscaram apoio da SJDHDS após serem ameaçados por homens armados. Segundo Maria Gomes, mais de 200 famílias vivem na localidade. “Essa é uma luta longa, que já dura mais de 20 anos, nessa disputa perdi o meu irmão, que foi brutalmente assassinado. Tenho medo que isso possa acontecer com outro de nós”, relatou.
Diante do exposto, o superintendente Jones Carvalho fará uma visita ao local, estudando a possibilidade de incluir as vítimas no Programa de Proteção. “Iremos até a comunidade, vamos conversar com as pessoas e ver a real situação da comunidade. A disputa de terra é uma questão séria e quem tem causado situações muito dolorosas e graves às pessoas mais vulneráveis. Por isso, é urgente agir”, disse ele.
“Estamos aqui pedindo socorro. Nós estamos com medo. Mas isso não vai parar a nossa luta”, relatou Genival Souza.
Também participou da reunião, o deputado estadual Marcelino Galo.
Genival Santos Souza, presidente da Associação de Assu da Capybara e a vice-presidente, Maria Gomes, buscaram apoio da SJDHDS após serem ameaçados por homens armados. Segundo Maria Gomes, mais de 200 famílias vivem na localidade. “Essa é uma luta longa, que já dura mais de 20 anos, nessa disputa perdi o meu irmão, que foi brutalmente assassinado. Tenho medo que isso possa acontecer com outro de nós”, relatou.
Diante do exposto, o superintendente Jones Carvalho fará uma visita ao local, estudando a possibilidade de incluir as vítimas no Programa de Proteção. “Iremos até a comunidade, vamos conversar com as pessoas e ver a real situação da comunidade. A disputa de terra é uma questão séria e quem tem causado situações muito dolorosas e graves às pessoas mais vulneráveis. Por isso, é urgente agir”, disse ele.
“Estamos aqui pedindo socorro. Nós estamos com medo. Mas isso não vai parar a nossa luta”, relatou Genival Souza.
Também participou da reunião, o deputado estadual Marcelino Galo.