13/11/2023
Apresentações culturais e importantes diálogos marcaram a rotina dos Centros Sociais Urbanos (CSUs) do bairro de Narandiba e Pernambués, em Salvador, durante a programação do Novembro Negro nesta segunda-feira (13). Os equipamentos vinculados à Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social da Bahia (Seades), debateram o tema “Equidade Racial e Construção da Identidade Sociocultural do Povo Negro”.
No decorrer deste mês, a Seades, juntamente com outros órgãos do Governo do Estado, promoverá diversas iniciativas em reflexão ao Dia Nacional da Consciência Negra, datado, especificamente, no dia 20 de novembro. A coordenação das ações é feita através da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi).
No decorrer deste mês, a Seades, juntamente com outros órgãos do Governo do Estado, promoverá diversas iniciativas em reflexão ao Dia Nacional da Consciência Negra, datado, especificamente, no dia 20 de novembro. A coordenação das ações é feita através da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi).
“Que possamos visibilizar e enaltecer o debate da luta antirracista não apenas durante o mês de novembro, mas que continue sendo um compromisso diário durante todo o ano, assim como na formulação das políticas públicas de reparação e de equidade racial no nosso país e na nossa Bahia”, explicou a secretária da Seades, Fabya Reis.
Em Pernambués, o tema foi advogado Clerisvaldo Paixão, da Superintendência de Inclusão e Segurança Alimentar (Sisa) da Seades e, já na unidade de Narandiba, o assunto foi ministrado pela assistente social e assessora da Sepromi, Jacqueline Soares, que destacou a relevância do debate com a comunidade.
“Diálogos como esse são essenciais tendo em vista a necessidade de sempre propagarmos a identidade cultural afro-brasileira. A pauta discutida vem para agregar com os moradores do bairro e frequentadores dos CSUs sobre a importância política da população negra”, declarou.
“Os CSUs possuem um grande papel para as comunidades. Sabemos que a desigualdade ainda é, infelizmente, uma realidade que precisa ser combatida. As ações e debates antirracistas fortalecem a luta por direitos”, pontuou o coordenador administrativo dos Centros Sociais Urbanos (CSUs), Paulo Mota.
As mobilizações têm como foco o reconhecimento do legado deixado pelos povos africanos para o Brasil, bem como o fortalecimento das lutas da população negra e dos povos e comunidades tradicionais. Sheila Karen é responsável por um dos projetos de interação desenvolvidos no CSU e destacou a necessidade da afirmação da identidade.
“Muitos negros, devido ao racismo estrutural, não reconhecem a sua identidade negra e nós precisamos trazer isso a tona. Já avançamos muito, mas ainda há muito o que se fazer. A consciência negra deve ser trabalhada todos os dias, porque o povo preto existe e resiste todos os dias. Sou negra e estou presente”, afirmou.
Em Pernambués, o tema foi advogado Clerisvaldo Paixão, da Superintendência de Inclusão e Segurança Alimentar (Sisa) da Seades e, já na unidade de Narandiba, o assunto foi ministrado pela assistente social e assessora da Sepromi, Jacqueline Soares, que destacou a relevância do debate com a comunidade.
“Diálogos como esse são essenciais tendo em vista a necessidade de sempre propagarmos a identidade cultural afro-brasileira. A pauta discutida vem para agregar com os moradores do bairro e frequentadores dos CSUs sobre a importância política da população negra”, declarou.
“Os CSUs possuem um grande papel para as comunidades. Sabemos que a desigualdade ainda é, infelizmente, uma realidade que precisa ser combatida. As ações e debates antirracistas fortalecem a luta por direitos”, pontuou o coordenador administrativo dos Centros Sociais Urbanos (CSUs), Paulo Mota.
As mobilizações têm como foco o reconhecimento do legado deixado pelos povos africanos para o Brasil, bem como o fortalecimento das lutas da população negra e dos povos e comunidades tradicionais. Sheila Karen é responsável por um dos projetos de interação desenvolvidos no CSU e destacou a necessidade da afirmação da identidade.
“Muitos negros, devido ao racismo estrutural, não reconhecem a sua identidade negra e nós precisamos trazer isso a tona. Já avançamos muito, mas ainda há muito o que se fazer. A consciência negra deve ser trabalhada todos os dias, porque o povo preto existe e resiste todos os dias. Sou negra e estou presente”, afirmou.