O Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da Bahia (Consea-BA) realiza nesta quinta (29) e sexta-feira (30), no Instituto Anísio Teixeira (IAT), em Salvador, plenária ordinária para debater aspectos e ações relacionadas à promoção da nutrição e alimentação saudável, às mudanças climáticas, e alternativas para lidar com o clima no semiárido.
Além da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social da Bahia (Seades), participaram do encontro a presidenta do Consea-BA, Débora Rodrigues, representantes do governo federal, da sociedade civil e de outros órgãos e secretarias estaduais, como Casa Civil, Secretaria do Meio Ambiente (SEMA), Secretaria de Agricultura (Seagri) e Secretaria da Saúde (Sesab).
Na plenária diversos assuntos em discussão: Os impactos das mudanças climáticas na Segurança Alimentar e Nutricional na Bahia; Plano Estadual de Convivência com o Semiárido; Plano de Mitigação dos Efeitos das Mudanças Climáticas na Bahia; e o 3º Plano de Segurança Alimentar e Nutricional.
O secretário da Seades, José Leal, ressalta a relevância da plenária para a discutir o combate à fome na Bahia. “O Consea traz um debate muito importante sobre as mudanças climáticas e os impactos que trazem para o cotidiano na produção alimentar. É necessário seguir com o debate para a elaboração de ações que fortaleçam a segurança alimentar em nosso estado”, pontua.
A secretária nacional extraordinária do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Valéria Burity, pontua o envolvimento do governo federal no enfrentamento da insegurança alimentar. “Estamos fazendo uma rodada pelos estados do Brasil para compreender como podemos somar esforços e identificar os públicos e territórios que precisam de atenção às políticas de segurança alimentar e produzir alimentos protegendo o meio ambiente”, diz.
O coordenador-geral do programa Bahia Sem Fome, Tiago Pereira, enfatiza a importância do encontro para fortalecer a política de segurança alimentar na Bahia. “A plenária é um momento oportuno para que, a partir do olhar da sociedade civil, a gente consiga ver o termômetro de implementação das políticas públicas de meio ambiente, e, assim, a gente possa avançar cada vez mais em ter agroecossistema resilientes no estado”, explica.